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Como fazer as próprias cápsulas de café

Como fazer as próprias cápsulas de café

Há algum tempo publiquei um post em que criticava a qualidade dos cafés em cápsulas do tipo NESPRESSO. Reitero e reforço a crítica!

Os cafés em cápsula têm algo de errado. E não sei o que é. Mas altera o gosto para pior. Algo semelhante a um gosto de plástico ou produtos químicos.

Hoje há muitas marcas. Mas de tanto provar e não ver nada de diferente, concluí que vale a pena fazer as próprias cápsulas! Assim, sei o que estou tomando e garanto que seja bom.

Eu havia prometido comentar o que aprendi sobre fazer as próprias cápsulas, incentivando e facilitando a vida de quem queira fazer as próprias cápsulas de café. Chegou a hora de fazer isso! Até já passou, na verdade!

Escolhido o café a ser provado, é preciso ter um kit de preparo de cápsulas.

Pode ser tanto um que contenha cápsulas de plástico e adesivos, quanto apenas os adesivos (que são vendidos separadamente, também), ou uma cápsula retornável, feita de metal ou plástico.

Usando somente os adesivos, seria preciso ter cápsulas de Nespresso, que podem ser esvaziadas e limpas (usada ou não). Então se faz o preenchimento com o café próprio, selando-a com o adesivo, com cuidado para alinhá-lo e fixá-lo bem.  Essa opção, não aconselho. Provavelmente o gosto do café original se manterá, residualmente.

Com cápsulas retornáveis, da mesma maneira, se faz o preenchimento com o café escolhido. Mas após o uso, se deve higienizá-a, com detergente e esponja, deixando-a em condições de reúso.

As metálicas podem ser usadas ilimitadamente. Já as plásticas, têm um limite, que vem indicado pelo fabricante.

Mas o melhor método, a meu ver, é usar cápsulas plásticas, com respectivos adesivos de papel laminado. Pode-se, então, comprar mais adesivos à parte, reutilizando as cápsulas algumas vezes (sugiro até 5 vezes).

Cuidados:

A moagem do café deverá ser acertada por tentativa e erro. De saída, sabemos que não pode ser muito fina, pois a água acaba não passando pelo café adequadamente, resultando em um café gotejado, amargo e muito pouco volumoso, além de poder ser prejudicial à máquina de café, por oferecer muita resistência à pressão exercida pela bomba.

Ainda que menos grave, por não prejudicar a máquina de café, uma moagem excessivamente grossa é também indesejável. O café ficará aguado e sem gosto, praticamente. Desperdiçar-se-á café, apenas! A água passará muito rapidamente.

Será caso de se encontrar o ponto certo, para cada café, entre esses dois extremos.

Ou seja: cada café terá um ponto de moagem ideal. Alguns absorvem mais água, oferecem mais resistência que outros, dependendo de sua densidade ou oleosidade.

Depende também da torra e do gosto pessoal, a moagem ideal.

Atenção: não compactar excessivamente o café dentro das cápsulas – isso poderá ter efeito equivalente ao da moagem extra fina.

Torras claras (altamente recomendado), pedem moagens um pouco mais finas, para que a água demore um pouco mais a passar. Já quem gosta de torras médias ou escuras pode jogar com a moagem, fazendo-a um pouco mais grossa, para que a bebida fique menos concentrada e com menos gosto de queimado.

É preciso ser curioso e ter espírito experimentador, para se chegar a uma bebida que agrade as próprias preferências, no caso das cápsulas de fabricação própria. 

Onde encontrar material:  ebay, Mercado Livre e similares, além de sites chineses como Ali Express. Eu prefiro os dois primeiros. Sempre é menos seguro comprar da China.

Segue link de busca no ebay, para exemplificar:

http://www.ebay.com/itm/100Pcs-Aluminum-Foils-Lids-Sticker-For-Refilling-Nespresso-Coffee-Capsule-Cups-/311678175279?hash=item489177882f:g:ZiEAAOSwMtxXs9p~

Pode-se usar termos como coffee capsule e ir refinando com plastic, aluminium, metalic. 

Agora é só escolher os próprios cafés e nada mais de gosto de plástico e/ou produtos químicos. Além de se poder escolher a própria torra, a própria moagem.

 

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Prensa Francesa

A ferramenta de fazer café que mais desperta curiosidade. Assim posso definir, com segurança, a prensa francesa.

Aqui neste blog, um post dos mais antigos dentre todos, sobre ela, é até hoje um dos mais acessados.

Nada melhor, então, que voltar a falar desse método de preparo!

Trata-se de uma jarrinha cilíndrica e um êmbolo metálico. A prensa parece uma adaptação feita com base em seringas médicas. O princípio guarda semelhança, e ao mesmo tempo, tem uma diferença essencial.

O êmbolo da prensa é vazado, e, em vez de comprimir o líquido para que saia por um orifício, como veremos ser o caso a Aeropress, ele o comprime para separar a bebida preparada por infusão dos grânulos de café.

O uso da prensa é simples, mas não tanto quanto parece! Segue um passo-a-passo:

  1. Usando café em moagem grossa, verter a quantidade desejada (de acordo com o gosto do apreciador – a definição da quantidade deve ser obtida por tentativa e erro).
  2. Verter sobre o café, água fervente (sim, fervente – com o tempo constatei que para produzir boa infusão, água semi-fervente não é adequada).

  3. Misturar com  uma colher. Observe a formação de creme – quanto mais espesso, melhor, mas se muito escuro, deverá estar havendo sobre-extração (a bebida ficará bastante forte, mas isso poderá agradar a alguns).

  4. Após cerca de 2 minutos, comprimir a bebida com o êmbolo, empurrando-o contra o fundo do recipiente, até chegar ao fundo. Deve-se fazer isso gentilmente, pois muita força e muita rapidez farão com que grânulos de café vazem pelas beiradas do filtro metálico. É preciso dar tempo de a água ir passando pelo filtro sem forçá-lo em excesso.

  5. Servir a bebida segurando a prensa pela alça e usando o a outra mão, ou o polegar da mesma mão (se a escala permitir) para manter o filtro encostado no fundo, comprimindo o café separado da infusão, me maneira a evitar que vaze para a bebida.

A primeira xícara conterá algum creme, pois o filtro metálico permite a passagem de parte do creme formado pela infusão à bebida. Lembrando sempre que café com creme, de verdade, somente o espresso.

Vantagens da prensa:

Praticidade, café com um pouco de creme, e a principal: intensidade do sabor. Podemos pensar como vantagem, também, na plasticidade do preparo com a prensa – é um instrumento bonito, engenhoso e que favorece o ritualismo do preparo do café.

Desvantagens da prensa:

Os bons modelos são caros. E a principal: dificuldade em obter café na moagem adequada. Há de se ter moedor, ou comprar café moído em cafeterias, ou pela internet, com moagem para prensa.

Entretanto, não é fácil moer café de maneira que fique totalmente adequado à prensa, pois a maior parte dos aparelhos não proporciona uma moagem suficientemente uniforme. Isso é, entre os grânulos grandes haverá grânulos bem menores, que poderão passar pelo filtro da prensa. A bebida poderá parecer conter pó em excesso – a bebida poderá se assemelhar a um café árabe.

A depender do gosto do apreciador, isso incomoda ou não.

Abaixo, dois modelos de prensa que considero muito bons.

Prensa Francesa Starbucks

Prensa Francesa Starbucks

Prensa Francesa Bialetti

Prensa Francesa Bialetti

 
6 Comentários

Publicado por em 26 de junho de 2015 em Ferramentas de preparo, Preparo

 

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Novo café no grupo dos melhores

Tenho satisfação em apresentar aqui um novo café, e dos bons! O Café Raiz, proveniente da Alta Mogiana,  é meu atual preferido: seu frescor cai muito bem no verão. Essa característica está ligada à acidez e ao corpo da bebida. No caso do Raiz, é alta a acidez e médio o corpo. Cafés muito encorpados não me agradam, na verdade, em nenhuma época do ano. Sinto que sua oleosidade atrapalha um pouco a percepção do sabor.

A acidez, pelo contrário, costuma ser extremamente agradável ao nosso paladar. Os alimentos ácidos são os mais saborosos. Por isso, até, a indústria alimentícia abusa dos aditivos ácidos – é uma maneira de seduzir o consumidor. Pense nos refrigerantes, nos molhos e sabores artificias de frutas. São todos ácidos.

O mérito principal do Café Raiz é a torra.Ao contrário do que fazem 90%, ou mais, dos torrefadores, o Raiz tem torra clara. Em geral, prefere-se a escura, por conta do aumento do rendimento. Aumento esse, que se ressalte, é ilusório, pois sacrifica o sabor original do café. Bons grãos acabam caindo na vala comum dos espressos por portarem o famigerado gosto amargo de queimado.

Por mais que se fale que cada café possui sua torra ideal, para mim, quanto mais escura, pior. Pequenas nuances podem ser bem-vindas, mas se a torra sair da “clara”, decai a qualidade da bebida. Eis minha opinião, baseada em experiência e influenciada por gosto pessoal, como não poderia deixar de ser.

Ainda outro dia, comprei um excelente café peruano, orgânico. Mas quando chegou, vi que era de torra escura, o que na hora da compra acabei ignorando. Resultado: o amargor da decepção! Mas ainda posso usá-lo para café filtrado, tornando menos o prejuízo gustativo.

Até hoje, só vi dois cafés oferecerem torra clara de verdade: o Suplicy e o Raiz. Ambos, podem ser comprados via site. Há um links de ambos na página inicial desse blog, no canto inferior direito.

Passo a falar, agora, da cafeteria “Café Raiz”, que tornou muito melhor a experiência da prova desse café. Trata-se de um dos pouquíssimos exemplos de cafeterias em São Paulo. Será agora somada ao Café Jasmim, ao Paraná Café, ao Otávio Café, ao Trevíolo e ao Suplicy. No entanto, o Raiz é dos únicos que reúne: espaço agradável e muito bem planejado, bom serviço, e café excelente. Destaque maior para o horário de funcionamento, que inclui domingos, das oito à meia-noite. Trata-se de uma disponibilidade inédita entre as cafeterias de São Paulo. Tomara que o exemplo seja seguido pelas outras!

Nota final: faça atenção especial aftertaste do café Raiz! Não o desperdice com bebidas geladas após tomá-lo!

Endereço: Rua Cardoso de Almeida, 969, Perdizes, São Paulo.

http://www.caferaiz.com.br (o site não faz jus a qualidade do café nem da cafeteria, mas contém informações úteis e venda de café).

 

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Fazenda Pessegueiro ou Suplicy?

Há alguns meses eu vinha alimentando a primazia do café Suplicy, em minha casa, nas conversas, nas indicações e nos espressos do dia-a-dia. Mas não sem motivos!

O café Suplicy tem quase tudo que se espera de um bom café: é suave, sua acidez é pronunciada e agradável. Isso o torna extremamente saboroso. Especialmente quando se toma uma xícara de espresso com calma, aproveitando o momento para sentir o gosto detidamente.!

O Suplicy ainda oferece vantagens relacionadas à logística: basta acessar o site da empresa (aproveite o link aqui desse blog) e escolher o tipo preferido. É oferecido em diferentes moagens e torras. E o mais sensacional: é oferecida torra clara, o que poucos tem coragem de fazer. Isso porque o café de torra clara pode dar a impressão de render menos, o que quase ninguém banca diante de um consumidor pouco habituado aos bons cafés. Ainda, essa torra é a que mais deixa a verdade aparecer (qualidade do produto).

Mas eis que vejo uma cafeteria brotando em meu campo de visão, num lugar improvável: a saída da sede da Polícia Federal da Lapa de Baixo! Entrei para conferir. Perguntei logo qual era o café servido. Qual não foi minha surpresa quando a resposta foi: “Fazenda Pessegueiro”. Fiz logo meu pedido! Ainda que um pouco mal tirado, o espresso me fez lembrar o quão bom é esse café! No fim da semana fui buscar um pacote de Pessegueiro no Empório Santa Luzia (único lugar que conheço, onde se pode comprá-lo ao vivo – vide link nesse blog).

Ao prepará-lo, reparei característica das quais já não me lembrava: os grãos são mais macios, ficando os grânulos prontos para uso com poucos segundos de moagem. A torra é bem clara também.

Foi inevitável a comparação com o Suplicy! Achei que o Pessegueiro tem algumas vantagens sobre ele: tem um pouco mais de corpo, é mais adocicado e suave. Seu sabor é menos cortante que o do Suplicy, cuja principal característica é acidez. O sabor da acidez é agradável ao paladar humano. O Pessegueiro é abusa menos da acidez, o que resulta em um maior equilíbrio! Para mim, ele reassumiu o posto de café preferido!

Ainda comprei um café novo para servir de contraponto aos dois: Café Mantissa. Agradável também, mas um pouco seco demais em comparação a ambos. Fica assim: Fazenda Pessegueiro e Suplicy logo a seguir!

 

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Prensa francesa: um café diferente e pouco conhecido


Continuando a falar sobre métodos de preparo de café, apresentamos a prensa francesa, ou french press, como muitos a conhecem. Trata-se de um pequeno jarro de vidro, com um êmbolo cujo tampão de pressão sobre o líquido não visa a espulsá-lo do recipiente. Inves disso, o tampão é um filtro que permite a passagem apenas do líquido, separando-o dos grânulos de café.

Sua utilização ainda é bastante restrita no Brasil. Eu mesmo, não gostava da bebida feita na prensa. Entretanto, descobri que não sabia utilizá-la bem. Hoje, quando quero um café diferente, mas sem perder em praticidade, uso-a.

Os passos são simples. Mas é preciso possuir a “matéria prima” adequada, ou o cáfé será um fiasco! Deve-se usar café com moagem grossa. De outra maneira, o filtro permite a passagem de pó para a bebida e o resultado é uma espécie de café turco mal feito!

Para o preparo com esse método, basta aquecer água até o início do ponto de ebulição (quando se vê as primeiras bolhinhas aparecerem).

Então, despejar o pó adequado no fundo do jarro. Em seguida, verter a água lentamente, de uma distância curta (ou esfriará).

Agora o passo mais desconhecido, porém, fundamental: mexer a mistura lentamente e esperar cerca de 4 minutos.

Só depois, comprimir o êmbolo, com cuidado, até o fim. A bebida estará pronta para ser servida, o que deve ser feito logo, evitando sua oxidação.

A bebida resultante terá um gosto bem diferente daquelas de todos os outros métodos. É mais encorpada e o sabor particular de cada café fica bastante perceptível. O ponto negativo fica por conta do aumento da quantidade de cafeína, em relação ao café de coador e do espresso. Se bem que, isso pode ser desejável para certas ocasiões!

Dicas: as prensas francesas se encontram para compra nos mais variados lugares, por preços que vão de R$ 10,00 a R$ 200,00, ou mais até. Vale o bom senso: as muito baratas, importadas da China, são de má qualidade. Quando o jarro não trinca no primeiro café, a peneira não faz bem seu trabalho. Comprar as mais caras, por outro lado, é totalmente desnecessário.

Uma boa idéia é comprar das que custam entre 30 e 70 reais. Há vários tamanhos, sendo as médias (300 a 500 ml) as mais versáteis para o dia-a-dia.

Preste atenção ao cabo, pois escorregar da mão na hora de servir não é nada agradável! Prefira os bem anatômicos ou emborrachados.

Que café usar:

Se quiser comprar café já moído na medida certa, conheço duas boas possibilidades, pela internet e outra ao vivo:

  • Café Suplicy (vide links no painel ao lado), que também oferece a vantagem da escolha da torra. Sugiro fortemente a torra clara.
  • Atelier do Café (vide links)
  • Starbucks: na loja, é possível adquirir o produto já com a moagem para prensa. Mas o blend regular deles não me agrada.
 

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Dia Mundial do CAFÉ!

Hoje é dia mundial do café! Excelente motivo para comemorar reunindo os amigos para um bom café.
Isso me faz pensar em como mudou o panorama do mercado de café no Brasil, nos últimos 5 anos.
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Publicado por em 14 de abril de 2011 em O café no Brasil

 

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Café Fazenda Pessegueiro

O Fazenda Pessegueiro (http://www.cafefazendapessegueiro.com.br/) é um excelente café (em minha opinião de profundo apreciador de cafés, o que não elimina opiniões diferentes)! A fazenda localizada em Mococa-SP o produz com bastante sucesso no mercado de gourmets.
Para ajudar meus colegas apreciadores, vamos a ele!
Bastante leve (corpo) e suave (sem adstringência e/ou amargor pronunciado).
Sabor: de princípio a lembrança é tangerina e cereja (o que indica acidez agradavelmente moderada). O resquício, que se confunde também com a sensação olfativa é de lavanda.

Tomado sem açúcar, como preferem muitos degustadores profissionais, a primeira sensação é de saborear um bom punhado de cinza vulcânica! Mas nada essencialmente desagradável! Uma pequena dose de açúcar (uma colher de café) define o ponto ótimo!

Onde comprar: Havanna Café (a rede argentina dos alfajores). A rede tem a Fazenda Pessegueiro como fornecedora. Portanto, o rótulo Havanna não revela a origem dos grãos!
O Fazenda Pessegueiro é encontrado também, no Empório Santa Luzia. Nesse caso, em sua embalagem original, como na imagem do post. Custa, porém, um pouco mais caro.

O preço é de R$12,00 o quarto de quilo! Bom custo-benefício.
Sugiro fortemente a degustação desse café! Ela pode se tornar consumo!

 
1 comentário

Publicado por em 8 de novembro de 2010 em Cafés gourmet - marcas e opinião

 

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