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Bravo Café – o melhor café de supermercado

 

 

Comprar café em supermercados comuns costuma ser uma experiência meio frustrante. 99% do que se encontra “Café Tradicional”, nome bonito dado ao café de baixa qualidade, vendido largamente no Brasil (ainda).

Mas há um diferente. É o Bravo . Sua embalagem é prata espelhado, com logomarca bem leve e simples.

Há também a opção de prová-lo em espresso, nas cafeterias das lojas do Pão-de-Acúcar. Quando o fiz na Loja  da Brigadeiro Luis Antônio com rua Batataes, a nº1 do mercado em São Paulo, estava bem tirado e foi uma experiência agradável. Falarei, no entanto, daquele que se vende para fazer em casa.

Preparo: filtro, com água mineral e café comprado moído.

Vamos aos resultados:

Aroma: pouco intenso e amadeirado.

Acidez: média.

Corpo: baixo.

Sabor: intenso, mas agradável. Lembra caramelo e cinzas.

Impressões gerais: um café “honesto” como gostam de dizer os provadores de vinho, denotando simplicidade e qualidade suficientemente alta para a faixa de preços do produto.

Bastante agradável quando preparado em coador de papel. Mas devo ressaltar que o melhor de seu sabor somente foi sentido nos primeiros dois dias de abertura da embalagem. A oxidação foi bem rápida e a bebida ficou com um gosto mais puxado para a ferrugem. Portanto: caso use café para preparo caseiro de quantidades muito pequenas diariamente, não recomendo, pois a embalagem disponível é de meio quilo.

Conceito: bom. Melhor opção dentre os café de supermercado. Superior, inclusive a alguns outros vendidos (por exemplo, Toledo, Madame D ‘Orvilliers e Ghini) em grãos e moídos antes do preparo.

Onde comprar: mercados Pão de Açúcar. Preço: 22 reais o quilo. Disponível em embalagens de meio quilo, a 11 reais. Preço próximo ao dos cafés tradicionais (baixíssima qualidade), para um café arábica da Alta Mogiana, de boa qualidade.

Obs. O site da Bravo tem venda on line, mas está temporariamente indisponível.

Este link mostra os pontos de distribuição em São Paulo:http://www.bravocafe.com.br/ondecomprar.asp

 
11 Comentários

Publicado por em 5 de julho de 2012 em Cafés gourmet - marcas e opinião

 

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Fazenda Pessegueiro ou Suplicy?

Há alguns meses eu vinha alimentando a primazia do café Suplicy, em minha casa, nas conversas, nas indicações e nos espressos do dia-a-dia. Mas não sem motivos!

O café Suplicy tem quase tudo que se espera de um bom café: é suave, sua acidez é pronunciada e agradável. Isso o torna extremamente saboroso. Especialmente quando se toma uma xícara de espresso com calma, aproveitando o momento para sentir o gosto detidamente.!

O Suplicy ainda oferece vantagens relacionadas à logística: basta acessar o site da empresa (aproveite o link aqui desse blog) e escolher o tipo preferido. É oferecido em diferentes moagens e torras. E o mais sensacional: é oferecida torra clara, o que poucos tem coragem de fazer. Isso porque o café de torra clara pode dar a impressão de render menos, o que quase ninguém banca diante de um consumidor pouco habituado aos bons cafés. Ainda, essa torra é a que mais deixa a verdade aparecer (qualidade do produto).

Mas eis que vejo uma cafeteria brotando em meu campo de visão, num lugar improvável: a saída da sede da Polícia Federal da Lapa de Baixo! Entrei para conferir. Perguntei logo qual era o café servido. Qual não foi minha surpresa quando a resposta foi: “Fazenda Pessegueiro”. Fiz logo meu pedido! Ainda que um pouco mal tirado, o espresso me fez lembrar o quão bom é esse café! No fim da semana fui buscar um pacote de Pessegueiro no Empório Santa Luzia (único lugar que conheço, onde se pode comprá-lo ao vivo – vide link nesse blog).

Ao prepará-lo, reparei característica das quais já não me lembrava: os grãos são mais macios, ficando os grânulos prontos para uso com poucos segundos de moagem. A torra é bem clara também.

Foi inevitável a comparação com o Suplicy! Achei que o Pessegueiro tem algumas vantagens sobre ele: tem um pouco mais de corpo, é mais adocicado e suave. Seu sabor é menos cortante que o do Suplicy, cuja principal característica é acidez. O sabor da acidez é agradável ao paladar humano. O Pessegueiro é abusa menos da acidez, o que resulta em um maior equilíbrio! Para mim, ele reassumiu o posto de café preferido!

Ainda comprei um café novo para servir de contraponto aos dois: Café Mantissa. Agradável também, mas um pouco seco demais em comparação a ambos. Fica assim: Fazenda Pessegueiro e Suplicy logo a seguir!

 

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Cafés regionais


Para quem tem curiosidade pelos sabores característicos dos cafés brasileiros de diferentes zonas produtoras, o Café do Centro possui uma linha de cafés regionais que contempla as principais. O Café do Centro regular não é dos meus preferidos. Creio ser um bom café, mas não bate com minhas preferências. Para mim, seu sabor lembra biscoitos amanteigados. Acho-o um pouco enjoativo. Entretanto, essa linha de regionais traz cafés bem diferentes desse. É possível notar as particularidades de cada um deles, com clareza. Sugiro a experiência de provar cada um deles! Mas aproveito para fazer um alerta: você pode comprá-lo para por 80, ou por 28 reais o quilo (7,5 reais o pacote de 250 gramas em grãos)! Por absurdo que pareça, isso acontece! Como? Simples: comprando no site Cafe Store (melhor não colocar o link deles), você paga o triplo! E onde comprar? Em São Paulo, no supermercado Záfari, no Shopping Pompéia. E há motivos adicionais para isso. No primeiro caso, você estará navegando no site de uma loja que diz vender centenas de tipos de cafés, mas não o faz. Simplesmente, porque todos os melhores títulos estão sempre indisponíveis! É daquelas lojas que nos dão raiva!! Já indo ao Záfari, você conhecerá o único supermercado de São Paulo que alia organização, variedade de produtos, e preços na média. Já experimentei duas variedades. Comento brevemente as provas deles, pois escreverei comparativamente sobre todas elas. Espírito Santo: lembra o café robusta (lembrando que esse estado é o maior produtor da variedade robusta) – forte, bastante encorpado, ligeiramente amargo. Vale a pena experimentar, pois o sabor é bem característico. Mais próximo ao gosto brasileiro médio. Cerrado Mineiro: leve, corpo médio, sabor marcante. Acidez notável.

 

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Prensa francesa: um café diferente e pouco conhecido


Continuando a falar sobre métodos de preparo de café, apresentamos a prensa francesa, ou french press, como muitos a conhecem. Trata-se de um pequeno jarro de vidro, com um êmbolo cujo tampão de pressão sobre o líquido não visa a espulsá-lo do recipiente. Inves disso, o tampão é um filtro que permite a passagem apenas do líquido, separando-o dos grânulos de café.

Sua utilização ainda é bastante restrita no Brasil. Eu mesmo, não gostava da bebida feita na prensa. Entretanto, descobri que não sabia utilizá-la bem. Hoje, quando quero um café diferente, mas sem perder em praticidade, uso-a.

Os passos são simples. Mas é preciso possuir a “matéria prima” adequada, ou o cáfé será um fiasco! Deve-se usar café com moagem grossa. De outra maneira, o filtro permite a passagem de pó para a bebida e o resultado é uma espécie de café turco mal feito!

Para o preparo com esse método, basta aquecer água até o início do ponto de ebulição (quando se vê as primeiras bolhinhas aparecerem).

Então, despejar o pó adequado no fundo do jarro. Em seguida, verter a água lentamente, de uma distância curta (ou esfriará).

Agora o passo mais desconhecido, porém, fundamental: mexer a mistura lentamente e esperar cerca de 4 minutos.

Só depois, comprimir o êmbolo, com cuidado, até o fim. A bebida estará pronta para ser servida, o que deve ser feito logo, evitando sua oxidação.

A bebida resultante terá um gosto bem diferente daquelas de todos os outros métodos. É mais encorpada e o sabor particular de cada café fica bastante perceptível. O ponto negativo fica por conta do aumento da quantidade de cafeína, em relação ao café de coador e do espresso. Se bem que, isso pode ser desejável para certas ocasiões!

Dicas: as prensas francesas se encontram para compra nos mais variados lugares, por preços que vão de R$ 10,00 a R$ 200,00, ou mais até. Vale o bom senso: as muito baratas, importadas da China, são de má qualidade. Quando o jarro não trinca no primeiro café, a peneira não faz bem seu trabalho. Comprar as mais caras, por outro lado, é totalmente desnecessário.

Uma boa idéia é comprar das que custam entre 30 e 70 reais. Há vários tamanhos, sendo as médias (300 a 500 ml) as mais versáteis para o dia-a-dia.

Preste atenção ao cabo, pois escorregar da mão na hora de servir não é nada agradável! Prefira os bem anatômicos ou emborrachados.

Que café usar:

Se quiser comprar café já moído na medida certa, conheço duas boas possibilidades, pela internet e outra ao vivo:

  • Café Suplicy (vide links no painel ao lado), que também oferece a vantagem da escolha da torra. Sugiro fortemente a torra clara.
  • Atelier do Café (vide links)
  • Starbucks: na loja, é possível adquirir o produto já com a moagem para prensa. Mas o blend regular deles não me agrada.
 

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Aftertaste


Aftertaste de um café, como diz o nome, é o sabor que resta em nossa boca após tomarmos a bebida.
No caso do café ele costuma ser persistente e muito notável. Daí a importância de nos proporcionar uma sensação agradável. Mas isso depende da qualidade do café e das preferências individuais.
É fato que cafés de má qualidade, como a maior parte dos que são vendidos no varejo brasileiro, não deixam sensação agradável nenhuma, mas sim, uma espécie de aftertaste do terror. Por isso, sempre a necessidade de ser comer um chocolate ou uma bolacha doce, ou muitas, após tomá-los. Isso quando não se usa tabaco!
Eis um grande contranso: após as refeições, bate aquela vontade de fechar com chave de ouro, cuja maneira mais comum de satisfazer é tomando um cafezinho. Então, como pode precisarmos de algo, para quebrar o amargor pronunciado deixado por esse café!? Não faz sentido! O bom é que o café deixe um sabor persistente e agradável!
O aftertaste que proporciona prazer é aquele deixado pelos bons cafés! E dentre os bons cafés, se pode escolher de acordo com preferências particulares. Uns preferem gostos mais amargos (menos frequentemente), outros, mais doces, mais cítricos, mais amadeirados e assim por diante.

Aqui vão sugestões de cafés de bom aftertaste:

Suplicy (torra clara, gosto mais cítrico) – link da loja virtual na coluna da direita desse blog.

Fazenda Pessegueiro (gosto mais achocolatado)- pode ser comprado no Empório Santa Luzia (vide post anterior) e nos quiosques do Havanna Café, sob rótulo deles.

Blend Santa Maria (do empório Santa Maria – aftertaste muito suave)

 

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O melhor lugar para se comprar café em São Paulo

Ainda não descobri nenhuma opção melhor que o Empório Santa Luzia. É lá que se encontra a maior variedade de marcas, de muito longe, em relação a qualquer outro lugar em São Paulo.
O lugar é movimentado demais, mas o espaço destinado ao café é excelente. O espresso é ótimo e os acompanhamentos estão à altura (destaque para o croissant de amêndoas).

A estante de cafés gourmet é vasta e repleta de variedade.

Vale a pena passar por lá com tempo e olhar detalhadamente as marcas. Há várias que só se encontram ali. E surpreendentemente, os preços estão na média.

Empório Santa Luzia: Alameda Lorena, 1471 (De segunda a sábado, das 8:00 hs às 20:45hs)

 
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Publicado por em 1 de maio de 2011 em Cafeterias, Onde comprar café

 

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Jasmim Rosa Café: cantinho da Bela Vista onde tudo é bem feito

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Na sobreloja de um pequeno e simpático prédio na rua Itapeva, fica uma cafeteria-restaurante de raras características. É o Jasmim Rosa Café.
O lugar tem a cara de sua proprietária e os colaboradores trabalham com envolvimento. É o que sentimos ao nos sentarmos ali para um café.
O resultado: bem estar, boa comida e excelente café. É um exemplo do que prego: café tem de ser tirado com atenção, por pessoas treinadas para isso. Nada de adaptar a pessoa do caixa ou o garçon! Nada de máquinas sujas e mal reguladas. Nada de amadorismo! No Jasmim Rosa o café da marca Suplicy vem servido com capricho e podemos desfrutar de seu sabor passando bons momentos. Afinal, o lugar é aconchegante, somos bem tratados e nossa opinião é perguntada!
A preocupação com a qualidade dos ingredientes e com os preparos se estende à cozinha, incluindo os salgados e os doces. A estufa expõe salgados de ótima qualidade e grande variedades. Nada de esfirras murchas de boteco ou pães de queijo borrachudos! Há também tentadores doces.
Para quem quer ser bem atendido e bem servido, do almoço a um espresso bem acompanhado, eis o lugar!
Aproveite o cardápio simples que oferece apenas comida bem feita, se quiser uma refeição ou um lanche. Mas não deixe de se sentar a uma mesinha do Jasmim Rosa e saborear calmamente espresso especial. Vale levar um livro ou um laptop e passar horas nesse lugar em que o cliente é bem-vindo.
Características do café: sabor intenso, aroma frutado e cítrico e corpo balanceado.
Observação: nas cafeterias Suplicy você o espresso é servido muito curto e forte, como é costume na Itália. No Jasmim, é mais longo (volume de uma xícara normal de espresso), o que a meu ver, o torma bem mais apreciável.

Jasmim Rosa Café: Rua Itapeva, 182, térreo – Bela Vista (duas vagas para carros que costumam estar disponíveis, já que a clientela maior chega à pé).

 
 

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