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Tipos de cafeteira – encontre seu preferido!

“Um cafezinho, por favor?” Para muita gente essa é a alegria do dia. Um bom café é sempre bem-vindo na mesa dos brasileiros – claro que acompanhado de amigos e um bom papo. Tem quem não dispense uma xícara por apreciar o aroma e o sabor da bebida. Há quem acredite que ela revigore o corpo.

 

Existe uma infinidade de modelos de cafeteiras no mercado. Mas para tantas opções, será que realmente existem diferenças? Sim, a começar pelo seu gosto. Antes de escolher algum produto, é sempre bom olhar as especificações. Gosta de café mais suave ou mais forte? Assim você poderá identificar qual a máquina e o modo de preparo que se encaixam no seu perfil. Para simplificar essa tarefa, a equipe do Magazine Luiza separou algumas dicas para você. Confira!

 

Quais os modelos?

São tantos tipos que ficamos em dúvida na hora de escolher. Temos a cafeteira tradicional (elétrica, que exige um filtro de pano ou papel e é das mais usadas), cafeteira espresso (que se popularizou nos últimos anos), cafeteira italiana, French Press e até as mais práticas, como a Aeropress e Handpress. Vamos explicar a diferença de cada uma delas e logo você saberá qual faz mais o seu gênero.

 

Cafeteira elétrica

Sim, esta é a mais encontrada nas casas e nos escritórios de todo o Brasil. Para quem consome uma grande quantidade de café diariamente e precisa de algo mais prático para fazer um cafezinho, este modelo é ideal. Usa-se apenas pó de café, água e filtro de papel ou pano. Algumas produzem 2 xícaras e há outras que chegam a preparar 32 xícaras com a quantidade de água que cabe no reservatório. Uma maravilha, não é? Em apenas alguns minutos, o café está prontinho para ser servido.

 

Muitas cafeteiras elétricas disponíveis no mercado possuem recursos incríveis, que facilitam a vida do usuário, como a função corta-pingos, colher para dosagem e placa aquecedora. O primeiro recurso consiste literalmente em acabar de vez com aqueles pinguinhos que insistem em cair ao coar o café, sem risco de danificar o aparelho ou até mesmo queimar a mão do usuário. A colher de dosagem é um ótimo acessório para medir a quantidade ideal de pó. Já a placa aquecedora, que já está em muitos modelos, mantém o cafezinho aquecido.

 

Cafeteira espresso

Tem cada modelo lindo que só de olhar dá vontade de comprar todos! Essa vai bem para os apreciadores de café mais encorpado, que esperam um cafezinho especial, com mais sabor e aroma. O preparo é eficiente, rápido e prático. Se você gosta de experimentar novos sabores, com esta aqui não tem erro.

 

A máquina espresso permite que o usuário utilize-se de várias formas para preparar o café, sendo em sachê, cápsulas, em pó ou grãos. As que utilizam cápsulas também dão abertura para que os usuários criem outros tipos de bebidas, como cappuccino, café descafeinado, chocolate quente, macchiato e muito mais.

 

Vale lembrar que algumas das máquinas podem preparar até duas xícaras por vez, sem sujeira e com fácil manuseio. O sabor do café é muito mais encorpado. Fica uma delícia. Se você gosta de sabores intensos e especiais, a cafeteira espresso é um convite para o mundo do café.

 

Inicialmente, a máquinas caseiras de espresso são parecidas, porém podem ser facilmente classificadas através dos tipos de operação. Há três tipos: a de sachês ou cápsulas, a superautomática e semiautomática.

 

As máquinas de sachê vieram para minimizar o processo de intervenção do usuário na extração do espresso. Utiliza-se de cápsulas previamente preparadas, produzindo uma bebida menos encorpada e aromatizada, mas não menos saborosa.

 

Já a superautomática é um produto “tudo em um”. Alguns modelos dispõem de um compartimento específico onde o usuário coloca grãos de café para serem moídos. É prática e funciona incrivelmente bem, porém precisa de uma manutenção periódica para limpeza das partes internas. O cafezinho é uma delícia, mais forte e aromatizado. É ideal para quem não abre mão da bebida que é feita de forma mais elaborada, com mais requinte.

 

Por fim, temos a semiautomática. Ela vem com porta-filtro pressurizado, o que torna o café mais cremoso, concentrado e com sabor intenso. Em alguns casos, os grãos são moídos na hora do preparo, ou então você compra o pó de sua preferência em casas especializadas. O café em grãos preserva suas características originais, não perdendo aroma e nem sabor. Por isso, é muito mais forte e encorpado no final do processo. Se você adora uma bebida quentinha e saborosa, este é o tipo de cafeteira indicada.

 

Ainda temos no mercado a cafeteira espresso semiautomática com porta-filtro pressurizado comercial e a manual. Ambas são sofisticadas e repletas de recursos, o que exige um feeling a mais do usuário. Produzem um espresso de verdade. Se você gosta do cafezinho como deve ser, esqueça as máquinas que facilitam o processo e invista em um desses modelos.

 

Um detalhe para ficar de olho é que as máquinas variam quanto à potência de sua pressão, medida em “bar”. Existem modelos de 9, 15 ou 19 bar. Todo o segredo do café espresso italiano (a palavra vem de “espremido”, em português) está na passagem da água em alta pressão pelo pó compactado. Daí, a importância de escolher muito bem sua máquina baseada nessa medição.

 

Cafeteira italiana

Há quem ainda utilize o modelo, só pelo toque artesanal saboroso que ela traz para o café. É aquela que deixa um cheirinho delicioso no ar e um sabor bem caseiro na bebida. Necessita de um tempo a mais no preparo e produz menos café que as tradicionais cafeteiras elétricas. Um ponto positivo é que não consome energia. Atrai muitos fãs, especialmente por utilizar pó de café tradicional. Para desfrutar do modelo, basta adicionar água no compartimento inferior e colocar o pó de café no compartimento superior. Com a ebulição, há o gotejamento da água sobre o pó do café. O café fica mais concentrado, podendo ser adoçado ou não. Você escolhe!

 

French Press

Quem aprecia de verdade um café talvez conheça este modelo. É uma cafeteira prática e também fácil de usar. A French Press ou cafeteira de extração francesa não utiliza filtros de papel ou pano, nem eletricidade. Porém é necessário aquecer a água separadamente.

 

Basta colocar o pó de café moído (mais grosso) no copo de vidro e depois acrescentar a água quente. Em seguida, a solução ficará misturada. Após alguns minutos em infusão, basta apertar lentamente o êmbolo para a telinha separar o pó.

 

O café feito desta forma fica com um gostinho especial, mais aromático pois é uma das extrações de maior concentração e, por isso. Mas para quem não dispensa um café bem forte, é ideal.

 

Aeropress

Este modelo não é muito comum de se encontrar, mas fora do Brasil faz sucesso por sua praticidade e rapidez. A máquina queridinha desde 2005 funciona que é uma beleza! Ela lembra uma grande seringa e o processo de preparo da bebida é feito pela extração através da pressão do ar. Por isso é chamado de “aeropress”. Há quem diga que fique parecendo com café coado, mas seu sabor e aroma são parecidos com o espresso, pois tal processo mantém os óleos essenciais do grão. Faça o teste e comprove.

 

Handpresso

Este modelo é bastante curioso. Primeiro porque seu formato lembra uma bomba de encher pneus, e segundo porque é mais prático do que qualquer outro método. Para usar, basta regular a pressão, inserir água quente no compartimento e um sachê de café em pó em outra parte do produto. Daí, o usuário coloca o sachê (ou pó) e a água juntos no compartimento e bombeia. A pressão faz a água passar pelo pó e assim produz um cafezinho.

 

A questão aqui não é bem o sabor, mas sim a praticidade. Para quem adora viajar, fazer trilhas ou acampar e não abre mão de um café pelo menos uma vez ao dia, este modelo é incrível. Sempre estará pronto para o uso.

 

Dicas finais para você aproveitar seu cafezinho

– Experimente coar antes de adicionar o açúcar. Esta é uma boa estratégia para sentir se o café foi bem coado ou não. Cafezinho bom mesmo é aquele que dá para saborear sem adoçar.

– Fique de olho no pó. O gostinho do café depende do local onde foi produzido. Experimente os cafés das regiões mais altas, que são bem saborosos. No Brasil, temos o cerrado, mogiana, Sul de Minas e outros. Vale a pena avaliar e encontrar o seu favorito.

 

Agora que você já sabe mais sobre os modelos, que tal encontrar a sua cafeteira e preparar aquele cafezinho especial?

 
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Publicado por em 15 de maio de 2014 em Ferramentas de preparo, Preparo

 

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Starbucks: escolha à vontade na prensa francesa


Sempre lamentei o fato de que o Starbucks, rede gigante de cafeterias, serve um espresso apenas regular. Perguntei várias vezes sobre a possibilidade de escolher o café que gostaria de provar com o preparo espresso. A resposta sempre foi a mesma: trabalhamos com apenas um tipo, o blend brasileiro. Lamentável. Será que é assim também nos outros países?

O resultado é que o Starbucks acabou se tornando, para mim, uma cafeteria de ambiente agradável, mas um lugar para não tomar espressos.

Em minha última insistente tentativa de provar grãos de meu gosto no espresso, recebi uma resposta apenas parcialmente negativa e surpreendente: é possível escolher o grão que quiser, mas para ser provado na prensa francesa. Tudo bem, então!

O lado bom disso: podemos pedir um café na prensa, feito com qualquer dos grãos vendidos na loja (há blends de torras claras, médias e escuras). Ainda, a quantidade de bebida servida é suficiente para 3 ou 4 pessoas, ao preço de 9,50 reais.

Para completar a experiência, a jarra da prensa repleta de café vem numa bandeja com xícaras ou copos, à escolha do cliente! Um grupo, uma dupla ou um casal, pode ter bons momentos regados a bom café, num lugar agradável e especializado nessa socializante bebida.

Os lados negativos:

1, No frio as filas triplicam no Starbucks.

2. O café servido em prensa pode ser demasiadamente aguado para o gosto brasileiro, mas deve-se ter em mente que não se trata de uma jarra de espresso, mas sim, de uma bebida mais próxima do chá. Na prensa menor são utilizados 27 gramas de café granulado, como medida padrão. Pouco, para meu gosto – o
ideal estaria perto do dobro.

Contudo, gostei muito da novidade! Muito boa experiência para quem aprecia café e tem abertura a novidades.

 
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Publicado por em 12 de maio de 2012 em Cafeterias

 

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Prensa francesa: o que nunca é comentado.


A prensa francesa gera muita curiosidade e é bem mais desconhecida do que eu imaginava. Passei a semana testando a minha e oferecendo o resultado disso aos colegas de trabalho. Os primeiros foram vítimas. Os últimos apreciaram um café e tanto!

Mesmo depois de ter feito um curso de preparo de café, por diferentes métodos, meu café de prensa não ficava agradável. Eu a havia quase aposentando. Um grande equívoco: o café feito por esse método é único. O sabor é intenso e agradável. Contanto que se cumpra um certo ritual no preparo.

Três são os defeitos mais comuns de um café mal preparado em prensas: baixa temperatura, presença de pó na bebida e sabor desagradável. Simples são as três soluções para esses problemas. Passo agora a falar delas.

A primeira coisa que se deve fazer ao usar uma prensa francesa é rescaldar sua jarra e seu filtro. O melhor é completar a jarra com água fervente, numa superfície não fria (preferencialmente madeira, nunca pias de pedra). Deixando a água quente em repouso na jarra,  pode-se ir esquentando a água mineral ou filtrada a ser usada para a bebida.

Depois, pode-se lavar o filtro do êmbolo com a água descansada.

O café a ser usado: deve ser, necessariamente, de excelente qualidade. O preparo em prensa extrai ao máximo o sabor do café. Quanto mais baixa a qualidade, pior a bebida. O ideal é um café de torra clara. Ao final (indicações no final desse post).

A moagem deve ser média. Vale a pena comprar moído em boas cafeterias. As máquinas profissionais são mais seguras para se obter boas moagens para esse preparo. Uma moagem inadequada pode produzir um café quase “árabe”. Sempre haverá resíduos de pó na bebida final, mas se passar do limite, o café fica desagradável. Não passando, apenas restará uma sensação aveludada no final da xícara.

Seguindo-se os passos: rescaldamento da jarra e do êmbolo + moagem adequada + bom café, a bebida será cativante. Isso porque é certa a vontade de se usar a prensa diariamente depois de acertar o preparo.

Por último, cabe uma dica que vai um pouco contra o preceito de jamais ferver a água do café. No caso da prensa francesa, convém ferver a água. Isso porque a perda de calor será relativamente grande nesse tipo de preparo. Após despejar a água sobre o pó, depositado no fundo da jarra, será necessário mexer a mistura duas ou três vezes, aumentando o contato do líquido com o ar. Em seguida, dever-se-á deixar a mistura em repouso por cerca de 3 minutos, antes de comprimi-la com o êmbolo. Isso tudo esfria a bebida. Vale a pena ferver a água, então. Ainda que isso possa queimar um pouco o café. No final, o benefício é maior que a perda.

Sugestão de marcas de café para prensa francesa: CoffeLab, Pé de Café, Grão Gourmet, Suplicy.
Sempre torras claras!

 
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Publicado por em 9 de abril de 2012 em Ferramentas de preparo, Preparo

 

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Prensa francesa: um café diferente e pouco conhecido


Continuando a falar sobre métodos de preparo de café, apresentamos a prensa francesa, ou french press, como muitos a conhecem. Trata-se de um pequeno jarro de vidro, com um êmbolo cujo tampão de pressão sobre o líquido não visa a espulsá-lo do recipiente. Inves disso, o tampão é um filtro que permite a passagem apenas do líquido, separando-o dos grânulos de café.

Sua utilização ainda é bastante restrita no Brasil. Eu mesmo, não gostava da bebida feita na prensa. Entretanto, descobri que não sabia utilizá-la bem. Hoje, quando quero um café diferente, mas sem perder em praticidade, uso-a.

Os passos são simples. Mas é preciso possuir a “matéria prima” adequada, ou o cáfé será um fiasco! Deve-se usar café com moagem grossa. De outra maneira, o filtro permite a passagem de pó para a bebida e o resultado é uma espécie de café turco mal feito!

Para o preparo com esse método, basta aquecer água até o início do ponto de ebulição (quando se vê as primeiras bolhinhas aparecerem).

Então, despejar o pó adequado no fundo do jarro. Em seguida, verter a água lentamente, de uma distância curta (ou esfriará).

Agora o passo mais desconhecido, porém, fundamental: mexer a mistura lentamente e esperar cerca de 4 minutos.

Só depois, comprimir o êmbolo, com cuidado, até o fim. A bebida estará pronta para ser servida, o que deve ser feito logo, evitando sua oxidação.

A bebida resultante terá um gosto bem diferente daquelas de todos os outros métodos. É mais encorpada e o sabor particular de cada café fica bastante perceptível. O ponto negativo fica por conta do aumento da quantidade de cafeína, em relação ao café de coador e do espresso. Se bem que, isso pode ser desejável para certas ocasiões!

Dicas: as prensas francesas se encontram para compra nos mais variados lugares, por preços que vão de R$ 10,00 a R$ 200,00, ou mais até. Vale o bom senso: as muito baratas, importadas da China, são de má qualidade. Quando o jarro não trinca no primeiro café, a peneira não faz bem seu trabalho. Comprar as mais caras, por outro lado, é totalmente desnecessário.

Uma boa idéia é comprar das que custam entre 30 e 70 reais. Há vários tamanhos, sendo as médias (300 a 500 ml) as mais versáteis para o dia-a-dia.

Preste atenção ao cabo, pois escorregar da mão na hora de servir não é nada agradável! Prefira os bem anatômicos ou emborrachados.

Que café usar:

Se quiser comprar café já moído na medida certa, conheço duas boas possibilidades, pela internet e outra ao vivo:

  • Café Suplicy (vide links no painel ao lado), que também oferece a vantagem da escolha da torra. Sugiro fortemente a torra clara.
  • Atelier do Café (vide links)
  • Starbucks: na loja, é possível adquirir o produto já com a moagem para prensa. Mas o blend regular deles não me agrada.
 

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