RSS

Arquivo da tag: espresso

Como fazer as próprias cápsulas de café

Como fazer as próprias cápsulas de café

Há algum tempo publiquei um post em que criticava a qualidade dos cafés em cápsulas do tipo NESPRESSO. Reitero e reforço a crítica!

Os cafés em cápsula têm algo de errado. E não sei o que é. Mas altera o gosto para pior. Algo semelhante a um gosto de plástico ou produtos químicos.

Hoje há muitas marcas. Mas de tanto provar e não ver nada de diferente, concluí que vale a pena fazer as próprias cápsulas! Assim, sei o que estou tomando e garanto que seja bom.

Eu havia prometido comentar o que aprendi sobre fazer as próprias cápsulas, incentivando e facilitando a vida de quem queira fazer as próprias cápsulas de café. Chegou a hora de fazer isso! Até já passou, na verdade!

Escolhido o café a ser provado, é preciso ter um kit de preparo de cápsulas.

Pode ser tanto um que contenha cápsulas de plástico e adesivos, quanto apenas os adesivos (que são vendidos separadamente, também), ou uma cápsula retornável, feita de metal ou plástico.

Usando somente os adesivos, seria preciso ter cápsulas de Nespresso, que podem ser esvaziadas e limpas (usada ou não). Então se faz o preenchimento com o café próprio, selando-a com o adesivo, com cuidado para alinhá-lo e fixá-lo bem.  Essa opção, não aconselho. Provavelmente o gosto do café original se manterá, residualmente.

Com cápsulas retornáveis, da mesma maneira, se faz o preenchimento com o café escolhido. Mas após o uso, se deve higienizá-a, com detergente e esponja, deixando-a em condições de reúso.

As metálicas podem ser usadas ilimitadamente. Já as plásticas, têm um limite, que vem indicado pelo fabricante.

Mas o melhor método, a meu ver, é usar cápsulas plásticas, com respectivos adesivos de papel laminado. Pode-se, então, comprar mais adesivos à parte, reutilizando as cápsulas algumas vezes (sugiro até 5 vezes).

Cuidados:

A moagem do café deverá ser acertada por tentativa e erro. De saída, sabemos que não pode ser muito fina, pois a água acaba não passando pelo café adequadamente, resultando em um café gotejado, amargo e muito pouco volumoso, além de poder ser prejudicial à máquina de café, por oferecer muita resistência à pressão exercida pela bomba.

Ainda que menos grave, por não prejudicar a máquina de café, uma moagem excessivamente grossa é também indesejável. O café ficará aguado e sem gosto, praticamente. Desperdiçar-se-á café, apenas! A água passará muito rapidamente.

Será caso de se encontrar o ponto certo, para cada café, entre esses dois extremos.

Ou seja: cada café terá um ponto de moagem ideal. Alguns absorvem mais água, oferecem mais resistência que outros, dependendo de sua densidade ou oleosidade.

Depende também da torra e do gosto pessoal, a moagem ideal.

Atenção: não compactar excessivamente o café dentro das cápsulas – isso poderá ter efeito equivalente ao da moagem extra fina.

Torras claras (altamente recomendado), pedem moagens um pouco mais finas, para que a água demore um pouco mais a passar. Já quem gosta de torras médias ou escuras pode jogar com a moagem, fazendo-a um pouco mais grossa, para que a bebida fique menos concentrada e com menos gosto de queimado.

É preciso ser curioso e ter espírito experimentador, para se chegar a uma bebida que agrade as próprias preferências, no caso das cápsulas de fabricação própria. 

Onde encontrar material:  ebay, Mercado Livre e similares, além de sites chineses como Ali Express. Eu prefiro os dois primeiros. Sempre é menos seguro comprar da China.

Segue link de busca no ebay, para exemplificar:

http://www.ebay.com/itm/100Pcs-Aluminum-Foils-Lids-Sticker-For-Refilling-Nespresso-Coffee-Capsule-Cups-/311678175279?hash=item489177882f:g:ZiEAAOSwMtxXs9p~

Pode-se usar termos como coffee capsule e ir refinando com plastic, aluminium, metalic. 

Agora é só escolher os próprios cafés e nada mais de gosto de plástico e/ou produtos químicos. Além de se poder escolher a própria torra, a própria moagem.

 

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

O café espresso

cafe bem tirado

O mais famoso dos cafés ao redor do mundo.

É certamente esse o método de preparo de café que aproveita de maneira mais completa as características de sabor dos grãos. Além disso, só no espresso podemos desfrutar de espessa camada de creme, resultado de compostos oleosos do café.

Todos os outros métodos têm como efeito colateral a retenção do creme, antes que ele possa cair em nossas xícaras. Com honrosa exceção parcial à prensa francesa, que por ter filtro metálico (ele não absorve o creme, nem o retém completamente) permite a passagem de creme à xícara. Ainda assim, temos uma retenção parcial, que não deixa com que possamos chegar à excelência do espresso, quanto a esse aspecto.

O espresso, no entanto, é o método mais complexo e mais dependente de aparelhos pesados, grandes e caros. Ficamos também, na dependência de eletricidade para preparar um espresso (não que esse seja um problema).

Quando pensamos em métodos caseiros, esse é o único a poder ser considerado adaptado, da escala comercial para a escala doméstica – as máquinas caseiras de espresso são bastante resumidas, se assim podemos dizer, com relação àquelas que se usam nas cafeterias. Funcionam pelo mesmo princípio, mas por questões de escala, não produzem a mesma pressão que as máquinas profissionais.

Todos os outros métodos são adaptados no sentido oposto: do doméstico para a escala comercial. Mas isso não implica em perda intransponível da qualidade da bebida. Pelo contrário – podemos produzir excelentes bebidas em máquinas de espresso domésticas. Apenas não teremos a rapidez das máquinas de cafeterias, muito menos a regularidade delas.

As máquinas de espresso domésticas são bastante sensíveis à habilidade do barista doméstico – como não possuem regulagens fixas, é preciso padronizar quantidades e variáveis qualitativas, como qualidade dos grãos e moagem deles. Cada máquina chegará ao resultado preferido do apreciador com um padrão específico das variáveis mencionadas acima.

A boa nova é que as máquinas domésticas de espresso estão cada vez menos caras no Brasil. Infelizmente, a variedade ainda está longe de ser a que encontramos em mercados livres de intrusão do Estado, como o estadonidense. Aqui, no entanto, encontramos máquinas a partir de 300 reais.

As máquinas de espresso funcionam com compressão da água aquecida sobre o pó de café. Um compressor faz esse trabalho para que haja a extração da bebida. Ou seja, a passagem da água pelo café é forçada (e bastante!), o que, naturalmente,  proporciona uma bebida repleta de sabor, encorpada, cremosa e aromática.

O café é acomodado sobre um filtro metálico, que não retém nada além da parte sólida, que são os grânulos. Todo o restante que resulta da infusão é separado e sai por um orifício no porta-filtro. E o resultado é o cafezinho espresso!

Vale ressaltar que por esse  método fica escancarada a qualidade do café escolhido. São indicados, fortemente, os bons cafés da variedade arábica, comumente chamados de cafés gourmets. E mesmo dentre esses, há que se fazer uma boa seleção.

O espresso bem tirado é encorpado, tem creme consistente e não sai queimado, o que se pode atestar pela cor do creme (se muito escuro, está queimado). Creme ralo e em forma de aro que acompanha as paredes da xícara, indica café aguado, de má qualidade, moagem excessivamente grossa, ou má extração, simplesmente.

É extremamente frequente a confusão entre café expresso e café forte (no sentido de possuir muita cafeína e ser o mais adequado para despertar os ânimos). Mas espresso não significa ser mais carregado de cafeína.

Logicamente, a quantidade de cafeína depende de mais de uma variável (característica do café escolhido, tempo de extração). Mas sabemos que a cafeína é hidrossolúvel. Portanto, quanto mais longa for a infusão (respeitando o limite da saturação, claro), maior a proporção de cafeína por mililitro. Isso é, um café coado, apesar de bem menos denso e de gosto mais suave, poderá conter mais cafeína que a mesma quantidade de bebida, adequadamente preparada, em espresso.

La Simonelli Música - sonho de consumo. A semi-profissional que cabe em casa

La Simonelli Música – sonho de consumo.
A semi-profissional que cabe em casa.

Existem máquinas de expresso manuais, também. Nessas o café é extraído com força braçal, e não por meio de um compressor elétrico. Mas trata-se de uma aparelhagem tão rara, quanto cara. Para que quem mora em São Paulo, há a possibilidade de ver uma dessas na cafeteria da Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista. Só não se pode tomar um café feito nela, pois é usada como decorativa (um subaproveitamento, a meu ver).

De Longhi Dedica - a doméstica mais compacta

De Longhi Dedica – a doméstica mais compacta.

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Melhor café da Paulista mudou de local (mas segue longe da avenida)

foto 2

Se forçamos a barra um pouco e pensarmo em “região da Paulista”, aí sim encontramos um café bom de verdade. Mas não basta forçarmos apenas a barra. Será preciso forçar as pernas: por ficar na Alameda Franca, quase na esquina com a Augusta, o caçador de bons cafés precisará descer 4 quadras, em meio a ônibus fumancentos, por calçadas estreitas, disputando espaço com os numerosíssimos pedrestres e até com vendedores ambulantes. E claro, depois virá a subida! (O 1º ponto de ônibus fica quase na metade do caminho).

Entretanto, o que mais interessa àquele que aprecia os bons fluidos proporcionados por um café bem saboroso, é que o melhor café da região deixou de ser encontrado na Escola São Paulo de Artes. Infelizmente, eles fecharam a cafeteria da escola.

A boa notícia é que o mesmo café se encontra ao lado, no Sofá Café. Basta descer alguns metros até a Alameda Franca e virar à esquerda. Muito rapidamente se encontra o local.

O ambiente é bem agradável e o café é, ainda, de longe, o melhor da região da Paulista. Há ainda cafés diversos para se comprar, acessórios para preparo, e um bom balcão com vista para a rua, algo bem raro em São Paulo.

Sofá Café:

Alameda Franca, 1.104 – Jardins (São Paulo)
tel.: 11 2506.5004

 

Tags: , , , , ,

Tipos de cafeteira – encontre seu preferido!

“Um cafezinho, por favor?” Para muita gente essa é a alegria do dia. Um bom café é sempre bem-vindo na mesa dos brasileiros – claro que acompanhado de amigos e um bom papo. Tem quem não dispense uma xícara por apreciar o aroma e o sabor da bebida. Há quem acredite que ela revigore o corpo.

 

Existe uma infinidade de modelos de cafeteiras no mercado. Mas para tantas opções, será que realmente existem diferenças? Sim, a começar pelo seu gosto. Antes de escolher algum produto, é sempre bom olhar as especificações. Gosta de café mais suave ou mais forte? Assim você poderá identificar qual a máquina e o modo de preparo que se encaixam no seu perfil. Para simplificar essa tarefa, a equipe do Magazine Luiza separou algumas dicas para você. Confira!

 

Quais os modelos?

São tantos tipos que ficamos em dúvida na hora de escolher. Temos a cafeteira tradicional (elétrica, que exige um filtro de pano ou papel e é das mais usadas), cafeteira espresso (que se popularizou nos últimos anos), cafeteira italiana, French Press e até as mais práticas, como a Aeropress e Handpress. Vamos explicar a diferença de cada uma delas e logo você saberá qual faz mais o seu gênero.

 

Cafeteira elétrica

Sim, esta é a mais encontrada nas casas e nos escritórios de todo o Brasil. Para quem consome uma grande quantidade de café diariamente e precisa de algo mais prático para fazer um cafezinho, este modelo é ideal. Usa-se apenas pó de café, água e filtro de papel ou pano. Algumas produzem 2 xícaras e há outras que chegam a preparar 32 xícaras com a quantidade de água que cabe no reservatório. Uma maravilha, não é? Em apenas alguns minutos, o café está prontinho para ser servido.

 

Muitas cafeteiras elétricas disponíveis no mercado possuem recursos incríveis, que facilitam a vida do usuário, como a função corta-pingos, colher para dosagem e placa aquecedora. O primeiro recurso consiste literalmente em acabar de vez com aqueles pinguinhos que insistem em cair ao coar o café, sem risco de danificar o aparelho ou até mesmo queimar a mão do usuário. A colher de dosagem é um ótimo acessório para medir a quantidade ideal de pó. Já a placa aquecedora, que já está em muitos modelos, mantém o cafezinho aquecido.

 

Cafeteira espresso

Tem cada modelo lindo que só de olhar dá vontade de comprar todos! Essa vai bem para os apreciadores de café mais encorpado, que esperam um cafezinho especial, com mais sabor e aroma. O preparo é eficiente, rápido e prático. Se você gosta de experimentar novos sabores, com esta aqui não tem erro.

 

A máquina espresso permite que o usuário utilize-se de várias formas para preparar o café, sendo em sachê, cápsulas, em pó ou grãos. As que utilizam cápsulas também dão abertura para que os usuários criem outros tipos de bebidas, como cappuccino, café descafeinado, chocolate quente, macchiato e muito mais.

 

Vale lembrar que algumas das máquinas podem preparar até duas xícaras por vez, sem sujeira e com fácil manuseio. O sabor do café é muito mais encorpado. Fica uma delícia. Se você gosta de sabores intensos e especiais, a cafeteira espresso é um convite para o mundo do café.

 

Inicialmente, a máquinas caseiras de espresso são parecidas, porém podem ser facilmente classificadas através dos tipos de operação. Há três tipos: a de sachês ou cápsulas, a superautomática e semiautomática.

 

As máquinas de sachê vieram para minimizar o processo de intervenção do usuário na extração do espresso. Utiliza-se de cápsulas previamente preparadas, produzindo uma bebida menos encorpada e aromatizada, mas não menos saborosa.

 

Já a superautomática é um produto “tudo em um”. Alguns modelos dispõem de um compartimento específico onde o usuário coloca grãos de café para serem moídos. É prática e funciona incrivelmente bem, porém precisa de uma manutenção periódica para limpeza das partes internas. O cafezinho é uma delícia, mais forte e aromatizado. É ideal para quem não abre mão da bebida que é feita de forma mais elaborada, com mais requinte.

 

Por fim, temos a semiautomática. Ela vem com porta-filtro pressurizado, o que torna o café mais cremoso, concentrado e com sabor intenso. Em alguns casos, os grãos são moídos na hora do preparo, ou então você compra o pó de sua preferência em casas especializadas. O café em grãos preserva suas características originais, não perdendo aroma e nem sabor. Por isso, é muito mais forte e encorpado no final do processo. Se você adora uma bebida quentinha e saborosa, este é o tipo de cafeteira indicada.

 

Ainda temos no mercado a cafeteira espresso semiautomática com porta-filtro pressurizado comercial e a manual. Ambas são sofisticadas e repletas de recursos, o que exige um feeling a mais do usuário. Produzem um espresso de verdade. Se você gosta do cafezinho como deve ser, esqueça as máquinas que facilitam o processo e invista em um desses modelos.

 

Um detalhe para ficar de olho é que as máquinas variam quanto à potência de sua pressão, medida em “bar”. Existem modelos de 9, 15 ou 19 bar. Todo o segredo do café espresso italiano (a palavra vem de “espremido”, em português) está na passagem da água em alta pressão pelo pó compactado. Daí, a importância de escolher muito bem sua máquina baseada nessa medição.

 

Cafeteira italiana

Há quem ainda utilize o modelo, só pelo toque artesanal saboroso que ela traz para o café. É aquela que deixa um cheirinho delicioso no ar e um sabor bem caseiro na bebida. Necessita de um tempo a mais no preparo e produz menos café que as tradicionais cafeteiras elétricas. Um ponto positivo é que não consome energia. Atrai muitos fãs, especialmente por utilizar pó de café tradicional. Para desfrutar do modelo, basta adicionar água no compartimento inferior e colocar o pó de café no compartimento superior. Com a ebulição, há o gotejamento da água sobre o pó do café. O café fica mais concentrado, podendo ser adoçado ou não. Você escolhe!

 

French Press

Quem aprecia de verdade um café talvez conheça este modelo. É uma cafeteira prática e também fácil de usar. A French Press ou cafeteira de extração francesa não utiliza filtros de papel ou pano, nem eletricidade. Porém é necessário aquecer a água separadamente.

 

Basta colocar o pó de café moído (mais grosso) no copo de vidro e depois acrescentar a água quente. Em seguida, a solução ficará misturada. Após alguns minutos em infusão, basta apertar lentamente o êmbolo para a telinha separar o pó.

 

O café feito desta forma fica com um gostinho especial, mais aromático pois é uma das extrações de maior concentração e, por isso. Mas para quem não dispensa um café bem forte, é ideal.

 

Aeropress

Este modelo não é muito comum de se encontrar, mas fora do Brasil faz sucesso por sua praticidade e rapidez. A máquina queridinha desde 2005 funciona que é uma beleza! Ela lembra uma grande seringa e o processo de preparo da bebida é feito pela extração através da pressão do ar. Por isso é chamado de “aeropress”. Há quem diga que fique parecendo com café coado, mas seu sabor e aroma são parecidos com o espresso, pois tal processo mantém os óleos essenciais do grão. Faça o teste e comprove.

 

Handpresso

Este modelo é bastante curioso. Primeiro porque seu formato lembra uma bomba de encher pneus, e segundo porque é mais prático do que qualquer outro método. Para usar, basta regular a pressão, inserir água quente no compartimento e um sachê de café em pó em outra parte do produto. Daí, o usuário coloca o sachê (ou pó) e a água juntos no compartimento e bombeia. A pressão faz a água passar pelo pó e assim produz um cafezinho.

 

A questão aqui não é bem o sabor, mas sim a praticidade. Para quem adora viajar, fazer trilhas ou acampar e não abre mão de um café pelo menos uma vez ao dia, este modelo é incrível. Sempre estará pronto para o uso.

 

Dicas finais para você aproveitar seu cafezinho

– Experimente coar antes de adicionar o açúcar. Esta é uma boa estratégia para sentir se o café foi bem coado ou não. Cafezinho bom mesmo é aquele que dá para saborear sem adoçar.

– Fique de olho no pó. O gostinho do café depende do local onde foi produzido. Experimente os cafés das regiões mais altas, que são bem saborosos. No Brasil, temos o cerrado, mogiana, Sul de Minas e outros. Vale a pena avaliar e encontrar o seu favorito.

 

Agora que você já sabe mais sobre os modelos, que tal encontrar a sua cafeteira e preparar aquele cafezinho especial?

 
4 Comentários

Publicado por em 15 de maio de 2014 em Ferramentas de preparo, Preparo

 

Tags: , , , , , , ,

Clube do Café: blend forte

Recentemente, foi-me apresentada uma nova ideia para os apreciadores de café. Trata-se do Clube Café.

Um sistema de comércio de cafés gourmet on line que privilegia a fidelização do cliente. Por meio do clube, é possível eleger blends que agradam e recebê-los periodicamente em casa, sem ter de fazer novas compras.

O sistema, a meu ver, é do tipo que remete ao conceito de simbiose: ou seja, ganha o vendedor e ganha o consumidor, dado que os produtos apresentam boa qualidade e os preços não passam da média de mercado para cafés gourmet.

Na verdade, ainda não testei o sistema de entregas, o que farei em breve, acrescentando tal atualização a esse mesmo post. Entretanto, recebi amostras para testes, diretamente dos proprietários do negócio: fui sempre bem atendido e chegaram no prazo prometido – ótimos indícios de bom funcionamento.

Demorei a escrever sobre os cafés em questão, o que começo a fazer agora, porque quis prepará-los em espresso diversas vezes, até atingir a bebida perfeita, que pudesse me mostrar as qualidades do produto, sem distorções. Hoje cheguei à moagem perfeita para minha máquina e tirei um espresso de acordo com minhas melhores expectativas.

Comento agora sobre o blend “Forte”, formado pelas variedades acaiá e bourbon amarelo, em torra escura.

Não sou fã de torras escuras, nem mesmo das médias. Mas reconheço que para esse blend, caiu bem. Prefiro as claras, mas entendo que se possa preferir a escura, pois a bebida realmente fica forte e e de acordo com a descrição que está na embalagem: o gosto lembra frutas secas torradas e tem traços de defumados – como se o próprio café tivesse sido levemente defumado mesmo.

Para mim, há um amargor residual no final do sabor. Lembra bem os vinhos uruguaios de uva Tanat, carregados de taninos.

O aftertaste é bem marcante, agradável e prolongado. Dessa característica, gosto bastante.

Em minha avaliação, trata-se de um bom café, que pode muito bem ser o preferido dos apreciadores de suas características. E mesmo para quem prefira os cafés suaves, como eu, vale a pena experimentar. A experiência é agradável!

Ressalto que o café veio já moído, mas refinei-o um levemente, para atingir o ideal para minha máquina, uma Viva Gaggia (não profissional, manual). Comento isso, porque, a qualidade da bebida pode aumentar, caso se compre grão e se faça a moagem na hora do consumo. Recomendo, sempre, a compra de grãos.

 

Tags: , , ,

Por que entender sobre café?

No Brasil ainda é novidade a presença de cafés gourmet nas prateleiras de supermercados. É com estranhamento e um pouco de desconfiança que a maioria das pessoas olha para os cafés que custam acima de 10 reais o quarto (250 gramas). Para que pagar tudo isso, se uma almofada de café comum custa metade do preço?
O que relativamente pouca gente sabe é que a diferença de qualidade entre o café “tradicional” e o gourmet pode ir muito além do que indicam os preços.
Poucos sabem, também, que é possível moer grãos de café em casa, com um aparelho elétrico de 70 reais, o que proporciona uma bebida muito mais fresca e vibrante.
Entender um pouco de café pode ser a diferença entre tomar um líquido escuro e amargo, com muito açúcar para compensar, ou uma bebida saborosa, capaz de deixar uma sensação agradável na boca por uma ou duas horas.
É como deixar de ter um prazer, simplesmente, por não saber que ele existe!
Mas não é preciso ser um barista para ter esse prazer. Basta se interessar pelo assunto e ter comportamento exploratório, o que se traduz em experimentar cafés em diferentes cafeterias, perguntando sempre aos baristas a marca e a origem do produto com que ele trabalha.
Ainda: frequentar lugares que vendam diversas marcas de cafés gourmet e não se limitar ao conhecido e previsível.

 

Tags: , , , , , ,

Café único

Já falei sobre o Coffee Lab aqui neste blog. Mas quero lembrar aos que apreciam experiências intensas com café, que vale a pena conhecer essa cafeteria. E mesmo a quem já conhece, vale o esforço de desviar do caminho um pouco e parar por ali por um instante.
Localizada na Vila Madalena, fica exatamente em frente à lateral da excelente (ainda que cara) padaria Vila Grano. Sugiro parar o caro no estacionamento da padaria, comprar bons pãezinhos e atravessar a rua para um café especial
O Coffee Lab é da barista Isabela Raposeiras. Pouco conheço o trabalho dela, não obstante sua grande fama. Mas posso garantir que ela oferece bons sabores, tirados perfeitamente, de grãos de primeira.
Interessante, também, é que há sempre cafés diferentes no espresso, não raro, com mais de uma opção. Os atendentes, altamente preparados, indicam as características de cada um deles, restando apenas escolhermos o que preferirmos.
A bebida, definitivamente, é diferente da servida em qualquer outra cafeteria de São Paulo. Assemelha-se a um caldo espesso e saboroso.
Coffee Lab: Fradique Coutinho, 1340 – Vila Madalena

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de fevereiro de 2012 em Cafés gourmet - marcas e opinião

 

Tags: , , ,

 
Brasilagro

Brasil Agribusiness News - Brasil Agronegócios

Hearts and Minds

O que não muda é que tudo muda.

Tom Fernandes

"‎Quando eu era menino, todos me chamavam de mentiroso. Agora eu sou adulto, e me chamam de escritor." Isaac Bashevis Singer

Kelly Cristina

A única fonte de felicidade está dentro de nós mesmos, e deve ser repartida. Repartir as alegrias é como espalhar perfume sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos. Sou apaixonada pela minha familia e pelo meu trabalho, sei que a cada dia eu tenho a oportunidade de aprender um pouco mais.

Seu Dinheiro na Internet

Ganhe Dinheiro na Internet sem vender sua alma.

O Mochileiro

Mochila, cultura e experiência.

IMPRESSIONARE (21)99584-4658 (21)3627-5431

Orçamentos: contato.impressionare@gmail.com

Paulo Junior's Blog

"As dificuldades devem ser usadas para crescer, não para desencorajar. O espírito humano cresce mais forte no conflito.” (William Ellery Channing)

CB - CARLOS BESSA ASSESSORIA E VENDAS

vendas; setor moveleiro; mobiliário; treinamento; gestão de vendas; representação

jsazevedoja

Este site WordPress.com é supimpa

Uma dose

Só para garantir.

Nádia Jung

Porque às vezes as palavras têm de dar lugar ao silêncio, porque às vezes só um gesto inconsciente pode provocar a captura do inexplicável, porque o olho sabe antes que a mente, porque a fotografia é necessária na minha vida ...

Café Etrusca

Café, café de especialidad, café gourmet, insumos para cafetería, maquinaria para cafeterías, mobiliario para cafeterías, barista champ

Desenvolvendo ABAP/4

Just another WordPress.com weblog

tmenegatti

Thiago Menegatti

Dedo-no-zoio

Por que o mundo é dos espertos!

%d blogueiros gostam disto: