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Cafés regionais


Para quem tem curiosidade pelos sabores característicos dos cafés brasileiros de diferentes zonas produtoras, o Café do Centro possui uma linha de cafés regionais que contempla as principais. O Café do Centro regular não é dos meus preferidos. Creio ser um bom café, mas não bate com minhas preferências. Para mim, seu sabor lembra biscoitos amanteigados. Acho-o um pouco enjoativo. Entretanto, essa linha de regionais traz cafés bem diferentes desse. É possível notar as particularidades de cada um deles, com clareza. Sugiro a experiência de provar cada um deles! Mas aproveito para fazer um alerta: você pode comprá-lo para por 80, ou por 28 reais o quilo (7,5 reais o pacote de 250 gramas em grãos)! Por absurdo que pareça, isso acontece! Como? Simples: comprando no site Cafe Store (melhor não colocar o link deles), você paga o triplo! E onde comprar? Em São Paulo, no supermercado Záfari, no Shopping Pompéia. E há motivos adicionais para isso. No primeiro caso, você estará navegando no site de uma loja que diz vender centenas de tipos de cafés, mas não o faz. Simplesmente, porque todos os melhores títulos estão sempre indisponíveis! É daquelas lojas que nos dão raiva!! Já indo ao Záfari, você conhecerá o único supermercado de São Paulo que alia organização, variedade de produtos, e preços na média. Já experimentei duas variedades. Comento brevemente as provas deles, pois escreverei comparativamente sobre todas elas. Espírito Santo: lembra o café robusta (lembrando que esse estado é o maior produtor da variedade robusta) – forte, bastante encorpado, ligeiramente amargo. Vale a pena experimentar, pois o sabor é bem característico. Mais próximo ao gosto brasileiro médio. Cerrado Mineiro: leve, corpo médio, sabor marcante. Acidez notável.

 

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Cafés pelo Brasil afora

Os cafés do Brasil
A história do café é bastante conhecida nossa, dada a sua importância no desenvolvimento econômico do país. O Brasil do café, entretanto, costuma ser associado a uma espantosa produtividade, ficando a qualidade em um plano mais obscuro.

Nos anos 1990 iniciou-se uma recuperação da qualidade do café nacional, bem como de sua prórpia imagem, mundialmente ofuscada pelo “Café de Colombia”. Minas e São Paulo tem estado na vanguarda desse processo, sendo também os estados mais lembrados como produtores de café. Entretanto, há vários outros estados produtores, inclusive de cafés de alta qualidade. Você sabe onde mais se produz bons cafés fora dos dois estados tradicionais?
Espírito Santo
É o 2º maior produtor do país, apesar de ser também o segundo menor estado brasileiro. Lá predomina a produção em pequenas propriedades familiares. O porto de Vitória facilita o escoamento da commodity. Há plantações de café em todos os muncípios do estado!
Nas regiões montanhosas é cultivado o café arábica (que antes dos anos 1960 era a única variedade encontrada no estado). O conillon (robusta) chegou nos ano 1970, totalizando 73% da produção capixaba atual.
Paraná
O café chegou a esse estado nos anos 1930. Na décade de 60 o Paraná já era o maior produtor mundial. No anos 1970 a produção passou a decair, com um brusco encolhimento a partir de 1975, quando uma grande geada dizimou a produção local. A recuperação veio apenas no anos 90, mas o crescimento foi novamente muito rápido, com forte investimento em produtividade. Hoje esse é o 4º maior produtor dentre os estados brasileiros.
A produção paranaense se concentra no norte pioneiro e no noroeste, com predomínio da agricultura familiar. As geadas já não são um obstáculo intransponível, pois há técnicas capazes de proporcionar recuperação rápida após sua ocorrência. Há fortes cooperativas e se investe muito em pesquisa nos institutos agronômicos.
Bahia
É hoje o 5º maior produtor do Brasil. Três quartos da produção é de café arábica. O cultivo começou nos anos 1970 e hoje se divide entre as regiões do Planalto, do Atlântico e do Cerrado. Na primeira há produção com colheita seletiva, com retirada apenas de grãos maduros. A agricultura familiar predomina. Já na 2ª região, a produção é de robusta, com irrigação no período de seca (início do ano). O terreno plano favorece a mecanização. Na última região, a do cerrado baiano, encontra-se a agricultura empresarial em medida equivalente à familiar. 90% da produção é exportada para a Ásia e para a Europa. Modernas técnicas de irrigação são necessárias.
Rio de Janeiro
Teve papel histórico importante, tendo sido o 1º estado a romper a exclusividade do cultivo no norte do país. No século XIX dominou a cafeicultura nacional. Com a abolição da escravatura, em 1888, a produção fluminense entrou em acentuada decadência.
Hoje o Rio é um grande produtor, mas não está entre os maiores do país, ficando atrás de estados como Rondônia, Mato Grosso e Pará.
Fonte para mais detalhes: “CUP” A revista da BSCA (Ano 1 – edição 1 -2007)

 
1 comentário

Publicado por em 30 de novembro de 2010 em O café no Brasil

 

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