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Arquivo da categoria: Saiba identificar bons cafés

Dicas para se identificar bons cafés, sejam espressos, filtrados ou outros. A dedicação ao preparo e a qualidade dos grãos precisam ser bem conhecidas para se garantir uma boa bebida.

Moradores de São Paulo – bom momento para uma passada no Coffee Lab

Uma dica expressa para quem vive na capital de São Paulo:

Uma visita ao Coffee Lab, da Isabela Raposeiras.

Há sempre algumas críticas à barista e experimentadora, dona da cafeteria de que falo agora. Mas nada poderá apagar o fato de que ela sempre tem bons cafés para vender. Bons mesmo, não bons “mais ou menos”.

Esses dias de início de ano são bons para conferir, pois o movimento está mais baixo, o ambiente lá está mais tranquilo e agradável.

Mas o que mais me chamou atenção foi o aumento da variedade de cafés em grãos disponíveis para comprar e levar para casa.

Além disso, há mais opções a preços entre 20 e 35 reais o quarto de quilo, o que pode ser considerado bastante razoável.

Recomendo experimentar todos, exceto do Café da Raimunda, que achei muito amargo e de qualidade abaixo da média daqueles com que ela trabalha.

Recomendo muito o Rancho Dantas, vindo de região montanhosa do Espírito Santo. Custa 42 reais, preço salgado, mas é excelente. Incrivelmente perfumado e agradável. Sobretudo em preparo Aeropress, mas em todos os preparos cai bem!

O Coffee Lab merece ser citado como o 1º a reabrir após as festas, dentre o circuito do café “bom de verdade”, como costumo dizer, constituído por ele, pelo Mirante 9 de Julho, Café Beluga e Sofá Café (este último de presença mais discreta).

Parabéns à essa excelente cafeteria.

Endereço do Coffee Lab: Rua Fradique Coutinho, 1340, Vila Madalena, São Paulo, SP.

 

 

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Pé de Café: Rubi

 

foto 1

Tive o prazer de receber mais um dos cafés especiais Pé-de-Café.

Preparei-o como espresso e por filtragem.

Fazia um bom tempo que não achava um café com esse tipo de sabor. A última vez, havia sido quando recebi um café da região de Chiapas, no México – a memória dele foi reavivada.

O Rubi, produzido no Sul de Minas, é um café cujas características mais chamativas foram o gosto seco, de aroma amadeirado. Lembrou-me o gosto de defumados e o aroma de cachimbos, daqueles achocolatados.

A bebida feita com ele é encorpada (lembrando que aqui me refiro à sua viscosidade, sentida na boca). Razoavelmente doce e de retrogosto suave, agradável e fugaz.

Mais um ponto para a Pé-de-Café!

 

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Olfato e café

 

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Um dos fatores sempre avaliados em cafés que mais me chamam a atenção é “fragrância”. E faz todo sentido, já que o olfato é que primeiro faz contato com o café, e com a bebida feita com ele. Sentir o cheiro do café é parte essencial da experiência ligada a ele.

Quando tomamos café, estamos ingerindo cafeína, e, como já comentei antes, isso tem um custo para o organismo. Ficamos mais agitados e gastamos energia de maneira mais concentrada. Algumas horas depois, pode haver um cansaço desproporcional.

Entendo, então, que a experiência deve ser o mais proveitosa possível! Sentir o cheiro dos grãos, e em seguida, do café moído e até da bebida, é das partes mais gostosas da experiência. Isso porque dificilmente alguém tem acesso à torra, quando acontece a maior festa de cheiros!

Vivi muitos anos vizinho a uma fábrica de café solúvel. Toda tarde, às 5 horas, as chaminés do extinto Café Solúvel Dominium, liberavam vapor com cheiro de café recém-torrado. E por incrível que pareça, havia moradores do bairro que reclamavam do cheiro! Pois eu tenho essa memória como uma das mais agradáveis das que cultivo.

Mas em termos práticos, o olfato tem uma função essencial na escolha de um bom café. Para sentir isso de maneira bem drástica, sinta o cheiro dos cafés chamados tradicionais, os mais vendidos dos mercados. Depois, repita a “operação” com um café de alta qualidade. Será visível que são dois mundos opostos. Os tradicionais muitas vezes parecem ter cheiro de remédios, ou mesmo de inseticida. Os arábicas logo mostram um cheiro mais complexo, aberto, agradável. E dentre eles, um enorme espectro pode ser notado. Há cafés incrivelmente bem-cheirosos. Por exemplo, indico o Catuaí Amarelo do Coffee Lab, e os cafés de micro-lotes do Grão Gourmet.

Daí, para indentificar as nuances entre cafés arábica chamados gourmets, é preciso apurar bastante o olfato. Nada muito custoso, já que ficar inalando os odores desses cafés é bem agradável. Sugiro fortemente a incorporação desse hábito. Até o sabor do café poderá se revelar mais interessante do que parecia.

 

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Escolhendo os melhores cafés no supermercado

Para ajudar um pouco o apreciador a filtrar os melhores cafés das gôndolas dos supermercados, publico desenho esquemático bastante didático destacado de uma matéria da Folha de São Paulo.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/comida/1177830-teste-folha-avalia-os-10-cafes-mais-vendidos-em-supermercados-de-sao-paulo.shtml

 
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Publicado por em 7 de outubro de 2014 em Saiba identificar bons cafés

 

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Como identificar um bom espresso

Como identificar um bom espresso

cafe bem tiradoApós adquirir o costume de experimentar espressos com certa frequência, o que logo aprendi foi a identificar os bem tirados. E que se subentenda a isso, o uso de bons grãos. Do contrário, não há máquinas ou métodos capazes de produzir uma boa bebida!

Logo que o espresso está sendo tirado, ainda com a xícara sob o bico da máquina, já dá para ter uma boa ideia do que vem pela frente. Caracterísicas mais grosseiras, como a cor, que identifica bebidas queimadas ou muito aguadas, já se podem detectar. Mas é preciso esperar até sermos servidos para ver o resultado final.

São bons indícios um creme espesso e consistente, sem falhas, bem aderido à parede da xícara, cor de caramelo, com manchinhas escuras (em forma de pintas ou de listras).

Observe essas características, associando-as ao seu gosto pessoal, e leve em conta que indícios de um bom preparo previnem decepções! Não raro, você encontrará um café amargo, com gosto de queimado. Mas, se antes, houver notado um creme ralo, muito escuro, muito claro, ou até, daqueles que formam apenas um halo aderido à beira da xícara, sugiro que peça para ser tirado novamente, indicando os possíveis defeitos.

A maior parte das cafeterias não se recusa a repetir a extração. Se não melhorar, mude de cafeteria para uma melhor bebida. Faça sempre muitas experiências.

Observe a figura deste post e veja exemplo de café bem tirado, feito com grãos de boa qualidade.

Seguem dicar para ajudar o barista do momento a corrigir seu café:

Creme muito escuro: a extração pode ter sido muito demorada, queimando a bebida. Ou a máquina está mal regulada, ou mais provavelmente, a moagem foi errada, produzindo grânulos muito pequenos (mais próximo ao pó), ou ainda, o barista exagerou na compactação.

Creme muito claro: o oposto aconteceu – grânulos muito grandes (moagem branda demais), faltou compactação. Isso tudo faz com que a água passe rápido demais pelo café. Você pode pedir que se tire um café um pouco mais curto (3/4, por exemplo). Ou que se aumente a compactação. Contra máquinas mal reguladas, não há muito o que fazer. Só mudar de cafeteria ou voltar outro dia!

 

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Preparo, Saiba identificar bons cafés

 

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Não tome porcarias!

Estou chegando à conclusão de que os cafés que se compram nos supermercados do Brasil são tudo, menos café. Aquilo é anti-café!
Basta abrir o pacote e cheirar o produto: parece veneno BHC. É muito estranho. Não sei o porquê desse odor, mas café de verdade não cheira assim.
Faça uma experiência simples. Vá a uma das cafeterias sugeridas aqui nesse blog, ou compre café pela internet (pode-se usar algum link sugerido em nossa página principal). Abra o pacote. A partir desse momento já começará uma experiência olfativa de abrir o apetite! Dá vontade de comer o café, não de bebê-lo. Ao passo que essas porcarias que nos vendem nos mercados, mais parecem adubo químico.
Caso tenha em mãos uma das famigeradas almofadas de café, típicas do Brasil, nem pense em usar nenhuma das dicas de preparo desse blog! Não existe mágica que faça de produtos de quinta categoria, uma bebida agradável.
Isso tudo pode parecer frescura ou radicalismo, mas desafio qualquer um a fazer a prova proposta acima.

Ainda que seja enraivante saber que no maior produtor de café do mundo, 90% das pessoas tomem um pó químico com água fervente e chamem isso de café, vale a pena ter consciência disso. Café de verdade é uma bebida agradável, que não precisa, quase, de açúcar. Não causa azia nem ataca o estômago.

O café de verdade é claro, diferentemente da tinta de polvo que se acha nas garrafas térmicas de quase todo escritório. Sua cor lembra ferrugem e seu gosto é livre de amargor.
Recomendo ostensivamente: esqueça o falso café dos mercados e descubra o verdadeiro café! Gaste 10 reais em um quarto de café gourmet em vez de 5 reais em um pó químico amargo.
Aliás, o justo seria o chamado café gourmet chamar-se apenas café. O que hoje se conhece por café tradicional, deveria ser rebatizado. Que tal cafeína em pó não adoçada?

 

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Por que entender sobre café?

No Brasil ainda é novidade a presença de cafés gourmet nas prateleiras de supermercados. É com estranhamento e um pouco de desconfiança que a maioria das pessoas olha para os cafés que custam acima de 10 reais o quarto (250 gramas). Para que pagar tudo isso, se uma almofada de café comum custa metade do preço?
O que relativamente pouca gente sabe é que a diferença de qualidade entre o café “tradicional” e o gourmet pode ir muito além do que indicam os preços.
Poucos sabem, também, que é possível moer grãos de café em casa, com um aparelho elétrico de 70 reais, o que proporciona uma bebida muito mais fresca e vibrante.
Entender um pouco de café pode ser a diferença entre tomar um líquido escuro e amargo, com muito açúcar para compensar, ou uma bebida saborosa, capaz de deixar uma sensação agradável na boca por uma ou duas horas.
É como deixar de ter um prazer, simplesmente, por não saber que ele existe!
Mas não é preciso ser um barista para ter esse prazer. Basta se interessar pelo assunto e ter comportamento exploratório, o que se traduz em experimentar cafés em diferentes cafeterias, perguntando sempre aos baristas a marca e a origem do produto com que ele trabalha.
Ainda: frequentar lugares que vendam diversas marcas de cafés gourmet e não se limitar ao conhecido e previsível.

 

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