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Arquivo mensal: fevereiro 2011

Café com parcimônia


O café está entre as mais simples fontes de prazer a que podemos ter acesso. Claro, refiro-me a um bom café, bem preparado. Via de regra, o potencial de bons grãos é melhor aproveitado pela preparação em

máquinas de espresso, ainda que amadoras. Em cafeterias ou em casa, não custa caro, nem se gasta muito tempo, para se ter um saboroso café, pronto para ser apreciado.
Nada melhor, não é? E nada mais tentador, no que diz respeito a exageros! Pois é, o prazer do café pode ter seu preço, mas que só precisa ser pago em caso de exageros. E para saber o que é ou não excesso de

café, é preciso considerar as individualidades. Cada um deve encontrar sua quantidade diária ótima de café. Para tanto, é conveniente ser bom auto-observador, ser atento às próprias reações corporais.
Alguns critérios podem ser adotados para facilitar essa auto-observação. Os principais são:
1. O nível de ansiedade natural comparado com aquele pós consumo de café.
2. O ciclo da ansiedade ao longo do dia, que deve ser contraposto ao consumo de café.
3. As necessidades diárias de estar em estado de alerta, versus necessidades de estar relaxado.
4. Quanto efeito o café provoca sobre essas variáveis do estado de ânimo.
5. O ciclo do sono: latência do sono (tempo para adormecer após se deitar), qualidade do sono (acorda bem diposto ou cansado?), perturbações do sono (acorda durante a noite? O sono está agitado?).
Tudo isso para dizer que, além do prazer gustativo e e poder socializante, o café carrega consigo a cafeína, estimulante que pode ser excelente se bem usado. Do contrário, o café pode se tornar um tiro no pé. A

expectativa boa ligada a ele pode se tornar uma obscura decepção. Isso porque os prejuízos causados pelo excesso de cafeína podem passar sem que se perceba que está sendo causado por ela. E o que é pior:

assim que são associados ao café, os malefícios podem provocar aversão à sua fonte. Mas na verdade, a fonte dos problemas seria a dosagem excessiva e não a cafeína por si só.
Essas decepções podem ir desde um despertar, com sensação de ter sido atropelado por um trator, até um estado de ansiedade generalizada em péssima hora. Quando vemos, já estamos apavorados para chegar

exatamente na hora a um compromisso. O trânsito fica mais insuportável e a pouca paciência com eventos de menor potencial irritante os tornam o fim do mundo.
E no dia seguinte, após todo esse desperdício de energia, canalizado pela cafeína em excesso, para dar conta de necessidades supérfluas, se sente falta de mais cafeína. Está iniciado o ciclo do mal uso do café!

Todo o prazer que ele traz custaria tão caro, que praticamente deixaria de valer a pena!

O interessante, então, é tomar café na hora do dia que mais se adeque às características individuais, consideradas de acordo com as circustâncias cotidianas. E a respeito da quantidade, dizem 9 em 10 médicos e

revistas especializadas, que gira em torno de 3 a 4 xícaras por dia. Aí, vem a necessidade de se ter bom senso. Se a cafeína tem meia vida de seis horas, até doze horas depois de tomar uma xícara, seus efeitos

podem ser sentidos. Com 4 doses ao longo dia, se passa o dia todo sob efeito da cafeína! Ninguém vai tomar 4 cafés apenas pela manhã! O sono provavelmente será prejudicado e o tiro no pé estará dado!
Acredito que um, ou no máximo dois cafés espressos, estariam bem para um dia. Além do prazer inigualável ao tomá-los, o efeito moderado da cafeína, será capaz de proporcionar o ânimo a mais de que precisamos

para passar os agitados dias atuais.

 
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Publicado por em 22 de fevereiro de 2011 em Café e saúde

 

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