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Arquivo mensal: outubro 2010

A importância de um bom espresso em restaurantes

Tomar um café depois do almoço é um dos hábitos mais comuns do brasileiro.
A vida urbana praticamente exige uma dose desse saboroso estimulante para a volta ao trabalho.
Se o café estiver disponível no mesmo estabelecimento em que se almoça, tanto melhor! Se não estiver, o cliente não hesitará em buscá-lo fora deste.
A demanda é universal! Então por que não faturar com ela também?
Muitos restaurantes simplesmente disponibilizam uma garrafa térmica com café de coador. É um sinal de boa vontade, mas não satisfaz boa parte dos clientes. Outros, com maior visão de negócios e um pouco mais de recursos, oferecem café espresso. Mas poucos se preocupam efetivamente em oferecer um bom café espresso.
O restaurante Apfel, da rua Bela Cintra, em São Paulo, é um bom exemplo de negócio que soube detectar e suprir uma enorme demanda reprimida de seus clientes.
Após provar de seu espresso, preparado pela própria proprietária, pude fazer uma breve entrevista com ela sobre a implantação do espresso em seu negócio.
Ela conta que se habilitou a tirar bons espressos com o treinamento oferecido pela própria locadora da máquina (Italian Coffee). E o mais interessante: que trocou a garrafa térmica pelo espresso quando percebeu que seus clientes demandavam uma bebida de maior qualidade.
Segundo ela, a garrafa térmica está mais associada ao ambiente dos restaurantes por quilo, que não é o caso do Apfel. Faz sentido, já que nos “quilos” os clientes tendem a valorizar a rapidez e o custo mínimo.
Milene conta que dedicou bastante tempo à escolha dos grãos a serem usados. Descartou marcas que ofereciam uma bebida mais pesada ou amarga demais. Optou por um café de torra média, mais suave. O sucesso lhe garante bom movimento no pequeno bar, montado junto à saída. É mais lucro para o negócio e mais satisfação para o cliente!
Para quem quiser almoçar muito bem e tomar um espresso suave:
Apfel Restaurante Vegetariano – Rua Bela Cintra, 1343 – Jardins, São Paulo – SP.

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Publicado por em 27 de outubro de 2010 em Hábito e cultura do café

 

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Algumas dicas de marcas de espressos

Para melhorar suas chances de tomar um bom café espresso na rua, vale considerar a marca oferecida pelo estabelecimento.
Aqui em São Paulo, onde provavelmente mais se toma café no Brasil, não há grande variedade de marcas oferecidas nos principais centros.
Comento agora algumas delas.
Boas:
Café Moka – bom nível de acidez (muito paladar e pouca azia!). Trata-se de uma café de paladar pronunciado, com persistência de agradável sensação bastante tempo depois de tê-lo tomado.
É um café forte, no melhor sentido. A MOKA possui site, mas não o indico, por ter não ser bom.
Café Centro – de baixa acidez, pode ser tomado com bem pouco açúcar. É muito suave. Bom para quem gosta de tomar vários expressos durante o dia. Também tem bom “aftertaste”. Vale a pena visitar: http://www.cafedocentro.com.br (muito bom site)

Ruins
Café Brik – tem gosto de manteiga! Apesar de ser oferecido em três versões, graduadas por suavidade, todos possuem quase o mesmo gosto.
Café Toledo – torra muito forte, demanda muito açúcar, devido ao amargor intenso e persistente. É bastante encorpado e tem retrogosto desagradável (como se tivesse recebido acréscimo de adoçante de aspartame, que vai muito mal com bebidas quentes, por sinal). Pode causar desconforto digestivo aos de estômago mais sensível.

 
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Publicado por em 27 de outubro de 2010 em Cafés gourmet - marcas e opinião

 

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O pecado da fervura

Nunca ferva a água que for usar para passar um café!
Apesar de ser um hábito extremamente difundido, a fervura faz com que a água perca oxigênio.
O resultado é um café mais amargo. A fervura faz com que a água perca oxigênio, o que altera a acidez do café.
A água deve ser, portanto, apenas aquecida. Basta ficar de olho e aos primeiros sinais de fervura, desligar o fogo. Logo que aparecerem as primeiras bolhinhas na água, ela está no ponto, por volta de 90 graus celsius.
Aliás, água fervida não estraga apenas o café, mas também os mates quentes, como o argentino e o gaúcho. O efeito é ainda mais notável nesses casos, pois a águia fervida queima o mate!

 
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Publicado por em 27 de outubro de 2010 em Cafés gourmet - marcas e opinião

 

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Curiosidade I: “espresso” versus “expresso”

Para aquele café preparado pelos baristas, damos o nome de “espresso” e não “expresso”.
Assim o chamamos porque a maquina o espreme com sua pressão. É como se disséssemos “café espremido”. Mas a forma utilizada do particípio passado de espremer é espresso! Quem sabe seja influência da forma italiana, já que a técnica foi consagrada pelos italianos.

“Expresso” seria uma referência à rapidez e não à forma de preparo, o que não é o caso de nossa bebida preferida! Aliás, um café bem tirado é feito com cuidado e não rapidamente!

 
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Publicado por em 25 de outubro de 2010 em Curiosidades sobre café

 

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Espresso feito em casa

Como sai o espresso perfeito - para alcançá-lo, só a experiência!

Bem difícil fazer um bom expresso em casa! Mas nada impossível!
É preciso muita prática, boa matéria prima e bom equipamento. Mas é possível fazer um expresso bem saboroso mesmo sem a parte cara do negócio: a boa máquina! A compensação deverá vir em forma de bom senso!
Indispensáveis:
1. Bom grão
2.Máquina de espresso, ainda que amadora (serve uma Britânia, que custa em torno de 300 reais)
3.Moinho, ainda que amador (serve um Cadence, que custa não mais de 60 reais)
4. Comportamento exploratório

A moagem deve ficar adequada (nao muito fina, não muito grossa), o que se dá quando o café sai suavemente fuido. Nâo pode sair em forma de lentas gostas escuras, nem escorrer como uma água de torneira!
É simples a idéia: a água deve passar pelo pó de maneira a extrair-lhe o sabor, o que resulta na estimulante e saborosa bebiba. Então, isso não pode acontecer rápido demais, pois a bebida ficará aguada. Se a passagem d’água demorar demais, é porque o pó, muito fino, a terá retido, como se fosse uma farinha de trigo. A água tem de passar, não ser absorvida! Daí, o resultado será um café frio, amargo, escuro e agressivo. Seu destino mais provável será a pia!
Você terá obtido um bom expresso quando: apresentar um creme firme (não se dissolve quando se mistura o açúcar) e claro, ou bege. Se estiver escuro, ou o grão era excessivamente torrado, ou a água passou muito lentamente pelo pó.

Dicas de bons grãos:
1. Café Havanna (a que vende alfajores), pois é da Fazenda Pessegueiro
2. Cafés do Atelier do Café (loja virual de Campinas – excelente atendimento, preços justos, rapidez e grande variedade), a depender do gosto de cada um. Todos são de boa qualidade.
3. Café do Centro (é preciso ir até o Mercado Municipal de SP para comprá-lo)

Onde ver mais: http://cafedocentro.com.br/v2/expressos.htm

 
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Publicado por em 21 de outubro de 2010 em Preparo

 

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A Árdua Valorização do Café Brasileiro

Este artigo trata das peculiaridades do mercado brasileiro de café, Sugere a adoção das práticas de branding para o produto e incita a cadeia de negócios do café para se equipar competitivamente.

viaA Árdua Valorização do Café Brasileiro.

 
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Publicado por em 21 de outubro de 2010 em O café no Brasil

 

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Espressos de rua

É comum escutarmos alguém dizer que o café espresso é mais “forte” que o feito em casa, com coador. Não deveria ser assim! Por trás do adjetivo “forte”, na verdade, pode estar a idéia de agressivo, o que costuma ser consqüência de amargor e gosto de queimado.

Daí para o enjôo, azia ou desconforto estomacal, é um passo! E se acabou o prazerozo momento de curtir a esperada hora do cafezinho!

Para apreciar um espresso na rua (cafés, restaurantes, livrarias) e sair com aquele gostinho bom e suave de café na boca, é preciso ser aberto à experiência e marcar detalhes relativamente simples.

Ao chegar no lugar, faça uma observação panorâmica rápida e repare:

Na maneira como os empregados da loja estão preparando os expressos – desconfie de cafés preparados por pessoas sobrecarregadas:  atendem no caixa, lavam a louça, preparam comidas e tiram expressos. Não há ênfase no bom preparo do café!

Observe o equipamento: máquinas muito desgastadas e claramente mal cuidadas – aquelas completamente destrambelhadas – não têm como produzir uma boa bebida. Por razões ténicas que não cabem aqui, quase sempre o resultado será um café queimado, amargo ou mesmo aguado. É café sem-graça ou café detona-estômago! Pode apostar! Ou melhor, não aposte!

Observe, ainda, se o filtro e o copinho (aquele que se encaixa no bocal da máquina) onde vai o café moído são higienizados. Duas ou três usagens são suficientes para deixar resíduos e gosto de pó de café velho. Parece besteira, mas a contaminação pode por a perder um expresso!

Seja observador e aumente as chances de tomar um bom espresso! Você logo eliminará de seu dia-a-dia os maiores micos em forma de café!

 
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Publicado por em 18 de outubro de 2010 em Saiba identificar bons cafés

 

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