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Prove cafés especiais da América Central!

Prove cafés especiais da América Central!

Estou disponibilizando um pequeno lote de cafés especiais da América Central.

São cafés de fazendas familiares, trazidos de uma grande torrefadora de Londres, que trabalha há anos com pequenos produtores da América, África e Ásia.

Logo a seguir, posts contando um pouco como são esses cafés e como adquiri-los.

Fique atento!

 

 

 
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Publicado por em 27 de novembro de 2016 em Cafés estrangeiros, Onde comprar café

 

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Como fazer as próprias cápsulas de café

Como fazer as próprias cápsulas de café

Há algum tempo publiquei um post em que criticava a qualidade dos cafés em cápsulas do tipo NESPRESSO. Reitero e reforço a crítica!

Os cafés em cápsula têm algo de errado. E não sei o que é. Mas altera o gosto para pior. Algo semelhante a um gosto de plástico ou produtos químicos.

Hoje há muitas marcas. Mas de tanto provar e não ver nada de diferente, concluí que vale a pena fazer as próprias cápsulas! Assim, sei o que estou tomando e garanto que seja bom.

Eu havia prometido comentar o que aprendi sobre fazer as próprias cápsulas, incentivando e facilitando a vida de quem queira fazer as próprias cápsulas de café. Chegou a hora de fazer isso! Até já passou, na verdade!

Escolhido o café a ser provado, é preciso ter um kit de preparo de cápsulas.

Pode ser tanto um que contenha cápsulas de plástico e adesivos, quanto apenas os adesivos (que são vendidos separadamente, também), ou uma cápsula retornável, feita de metal ou plástico.

Usando somente os adesivos, seria preciso ter cápsulas de Nespresso, que podem ser esvaziadas e limpas (usada ou não). Então se faz o preenchimento com o café próprio, selando-a com o adesivo, com cuidado para alinhá-lo e fixá-lo bem.  Essa opção, não aconselho. Provavelmente o gosto do café original se manterá, residualmente.

Com cápsulas retornáveis, da mesma maneira, se faz o preenchimento com o café escolhido. Mas após o uso, se deve higienizá-a, com detergente e esponja, deixando-a em condições de reúso.

As metálicas podem ser usadas ilimitadamente. Já as plásticas, têm um limite, que vem indicado pelo fabricante.

Mas o melhor método, a meu ver, é usar cápsulas plásticas, com respectivos adesivos de papel laminado. Pode-se, então, comprar mais adesivos à parte, reutilizando as cápsulas algumas vezes (sugiro até 5 vezes).

Cuidados:

A moagem do café deverá ser acertada por tentativa e erro. De saída, sabemos que não pode ser muito fina, pois a água acaba não passando pelo café adequadamente, resultando em um café gotejado, amargo e muito pouco volumoso, além de poder ser prejudicial à máquina de café, por oferecer muita resistência à pressão exercida pela bomba.

Ainda que menos grave, por não prejudicar a máquina de café, uma moagem excessivamente grossa é também indesejável. O café ficará aguado e sem gosto, praticamente. Desperdiçar-se-á café, apenas! A água passará muito rapidamente.

Será caso de se encontrar o ponto certo, para cada café, entre esses dois extremos.

Ou seja: cada café terá um ponto de moagem ideal. Alguns absorvem mais água, oferecem mais resistência que outros, dependendo de sua densidade ou oleosidade.

Depende também da torra e do gosto pessoal, a moagem ideal.

Atenção: não compactar excessivamente o café dentro das cápsulas – isso poderá ter efeito equivalente ao da moagem extra fina.

Torras claras (altamente recomendado), pedem moagens um pouco mais finas, para que a água demore um pouco mais a passar. Já quem gosta de torras médias ou escuras pode jogar com a moagem, fazendo-a um pouco mais grossa, para que a bebida fique menos concentrada e com menos gosto de queimado.

É preciso ser curioso e ter espírito experimentador, para se chegar a uma bebida que agrade as próprias preferências, no caso das cápsulas de fabricação própria. 

Onde encontrar material:  ebay, Mercado Livre e similares, além de sites chineses como Ali Express. Eu prefiro os dois primeiros. Sempre é menos seguro comprar da China.

Segue link de busca no ebay, para exemplificar:

http://www.ebay.com/itm/100Pcs-Aluminum-Foils-Lids-Sticker-For-Refilling-Nespresso-Coffee-Capsule-Cups-/311678175279?hash=item489177882f:g:ZiEAAOSwMtxXs9p~

Pode-se usar termos como coffee capsule e ir refinando com plastic, aluminium, metalic. 

Agora é só escolher os próprios cafés e nada mais de gosto de plástico e/ou produtos químicos. Além de se poder escolher a própria torra, a própria moagem.

 

 

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Cafés do mundo, onde achá-los?

Como falávamos no post anterior, para ter acesso a cafés diferentes dos brasileiros (e são muitos), é preciso ter bastante disposição.

Primeiro porque é uma questão de ser curioso e procurar bastante. Depois, porque costuma ser caro e o risco de errar sempre acompanha.

Em São Paulo, há uma cafeteria que proporciona essa experiência: A Mirante 9 de Julho. Já falamos dela, mas lembrando: fica exatamente atrás do MASP, localizado à Avenida Paulista.

 

Nesse local, são preparados cafés do Quênia e da Etiópia, mas não sempre. São intermitentes dentre as opções de cafés especiais do dia.

Isso porque os donos da cafeteria não podem fazer importação regular, devido aos altos custos. Então, apenas trabalham com o que podem trazer de viagens ao exterior.

Sim, os cafés africanos não são trazidos da África. Tampouco os colombianos, geralmente, vêm da Colômbia. São comercializados em cafeterias e torrefadores da Europa Ocidental (Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda etc, sobretudo), e dos Estados Unidos (neste país são abundantes e espalhadas pelo território).

Para quem quiser tentar comprar em um desses países, aqui vão algumas dicas:

a.procurar a cafeteria ou a torrefadora em sites de busca.

b. verificar se faz a eleita faz entregas internacionais.

c. se o Brasil é contemplado entre os destinos com eles trabalham (neste passo boa parte acaba eliminada).

d. se passou pelos passos anteriores com respostas positivas, verificar se o preço do frete é viável.

e. fazer contato com o estabelecimento e verificar cuidadosamente o procedimento, caso pelo site reste alguma dúvida, por mínima que seja.

f. fazer a compra e usar cartão de crédito ou o sistema paypal para o pagamento, sendo este último o mais aceito (para usá-lo é preciso ter uma conta particular).

g. preparar-se para uma espera que será, no melhor caso, de 2 semanas.

h. pagar impostos de importação de 100 a 110%, caso a encomenda seja retida pela Receita Federal (retida não significa presa, mas sim, triada e selecionada).

Se vier por correios, em geral se recebe um aviso no endereço informado durante a compra, pelo qual se paga 12 reais. Em poder do aviso, se vai à agência nele discriminado e se paga o imposto, para então, retirar a encomenda.

Se vier por sistemas porta-á-porta, como FEDEX, por exemplo, o imposto pode ser pago quando do recebimento em casa, junto à própria empresa de frete.

UFA!!!!!

Detalhe importante: para pequenas quantidades, não costuma haver grandes problemas com a entrega, sendo até possível que não ocorra o taxamento pela Receita Federal.

Para grandes quantidades, pode haver retenção e até mesmo a necessidade de se trabalhar com um despachante aduaneiro para o desembaraço!

Dicas para se ter um excelente café, após essa maratona lamentável de burocracia:

  1. Os cafés do Quênia são quase sempre muito bons e muito diferentes dos nossos. Se puder, escolha um deles!
  2. Sempre se certifique de a torra do café ser clara, ou no máximo média (não recomendo, no entanto – vide posts sobre torras).
  3. Peça ao vendedor para trabalhar com cafés recém-torrados.

 

Torras escuras tornam todos os cafés iguais, podendo tornar bastante inútil essa epopéia.

Torras velhas podem comprometer muito o sabor do café, sobretudo porque o tempo que leva para chegar à sua xícara não é curto!

 

Boa sorte, você vai precisar dela também!

 

 
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Publicado por em 30 de outubro de 2016 em Cafés estrangeiros, Preparo

 

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Brasil = Cuba do café

É de conhecimento geral que o Brasil é um dos países mais protecionistas do mundo, e no que diz respeito ao café isso é especialmente aberrativo.

Você que está lendo, já degustou um café colombiano no Brasil? Ou conhece alguém que já o tenha feito?

Estamos falando de um país fronteiriço, um dos mais famosos produtores de café, mundialmente conhecido por isso, a Colômbia!

Se você já pode provar um café colombiano, provavelmente, foi por ter sido trazido por algum conhecido que viajou a outro país, e não própria Colômbia, uma vez que os cafés deles são exportados e encontrados no mundo todo. Menos no Brasil!

E o que dizer dos cafés africanos ou da Oceania? Da América Central? Nem pensar em saboreá-los por aqui.

Mas o Brasil não tem os melhores cafés do mundo?

O Brasil não é o maior produtor de café do mundo?

“Sim” é a resposta para ambas as perguntas, “pero no mucho” como diria a caricatura do argentino!

O Brasil tem excelentes cafés, mas isso é estar entre os melhores e não ser monopolista deles. Além disso, cada um tem um gosto! Por que não posso preferir um café da Guatemala a um excelente café de Pinhais?

Somos sim os maiores produtores – predominantemente de robusta, com ênfase no baixíssimo preço e no alto volume. Produzimos também muito café arábica, mas isso é recente e boa parte do  produzido nem chega para o consumidor interno.

Enfim, vivemos numa espécie de Cuba do café: nada de fora pode entrar, seja como for e quanto houver do produto nacional!!

Atualmente até se encontra café importado em alguns mercados brasileiros, ainda que em pouca variedade e a preços não muito convidativos (esse aspecto só não é pior, porque o nacional consegue ser tão caro que os preços são comparáveis).

Café importado se encontra, em São Paulo: na rede San Marché e no Empório Santa Luzia.

Todos, porém, industriais, de qualidade mediana ou baixa, em torras escuras e nada frescas.

Uma das razões mais óbvias para isso é: o imposto de importação para esse produto varia de 100 (isso mesmo, cem!) a 110% sobre o preço total, que inclui o do frete!

Mas não é impossível provar, no Brasil, cafés verdadeiramente diferentes e saborosos do mundo afora. Logo mais, falo disso!

 

 
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Publicado por em 30 de outubro de 2016 em Cafés estrangeiros, Preparo

 

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Cafés de cápsula – decepção e solução.

Cafés de cápsula – decepção e solução.

Sendo bem direto: nenhum café de cápsula é bom!

Não afirmo isso gratuitamente ou com base no mero gosto pessoal.

Experimentei inúmeros cafés disponíveis em cápsulas, compatíveis com Nespresso. E independentemente da marca, do tipo de cápsula, da torra ou da embalagem, todos, sem exceção, possuem um gosto em comum.

Ainda que haja variação, dependendo da qualidade do café, todos eles apresentam um gosto de fundo em comum. Algo que lembra produtos sintéticos, um pouco amargo e seco, e que se sobrepõe ao sabor original do café.

Sinceramente, não sei o que causa isso.

Suponho que seja alguma espécie de conservante. Ou algo relativo ao processo de produção, que seja usado por todas as marcas.

Rótulos diferentes, bonitos, embalagens elaboradas, e nada disso exclui o tal gosto ruim de fundo.

As cápsulas originais da Nespresso apresentam o mesmo problema. Além de serem elas, na maior parte das vezes, de torra excessivamente escura (mesmo as que se vendem como suaves). Por isso, são quase todos bastante amargos.

A única maneira que encontrei para escapar desse gosto terrível dos cafés de cápsula foi: produzir minhas próprias cápsulas.

Isso mesmo! Adquirindo um kit, comprado no E-BAY, ou no Mercadolivre.

O resultado é café expresso fresquinho e com o gosto do café que uso, sem aquele gosto de fundo que desanima qualquer apreciador.

Proximamente falarei de como fabricar as próprias cápsulas.

 

 

 
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Publicado por em 23 de março de 2016 em Para tomar café, Preparo

 

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Moradores de São Paulo – bom momento para uma passada no Coffee Lab

Uma dica expressa para quem vive na capital de São Paulo:

Uma visita ao Coffee Lab, da Isabela Raposeiras.

Há sempre algumas críticas à barista e experimentadora, dona da cafeteria de que falo agora. Mas nada poderá apagar o fato de que ela sempre tem bons cafés para vender. Bons mesmo, não bons “mais ou menos”.

Esses dias de início de ano são bons para conferir, pois o movimento está mais baixo, o ambiente lá está mais tranquilo e agradável.

Mas o que mais me chamou atenção foi o aumento da variedade de cafés em grãos disponíveis para comprar e levar para casa.

Além disso, há mais opções a preços entre 20 e 35 reais o quarto de quilo, o que pode ser considerado bastante razoável.

Recomendo experimentar todos, exceto do Café da Raimunda, que achei muito amargo e de qualidade abaixo da média daqueles com que ela trabalha.

Recomendo muito o Rancho Dantas, vindo de região montanhosa do Espírito Santo. Custa 42 reais, preço salgado, mas é excelente. Incrivelmente perfumado e agradável. Sobretudo em preparo Aeropress, mas em todos os preparos cai bem!

O Coffee Lab merece ser citado como o 1º a reabrir após as festas, dentre o circuito do café “bom de verdade”, como costumo dizer, constituído por ele, pelo Mirante 9 de Julho, Café Beluga e Sofá Café (este último de presença mais discreta).

Parabéns à essa excelente cafeteria.

Endereço do Coffee Lab: Rua Fradique Coutinho, 1340, Vila Madalena, São Paulo, SP.

 

 

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Alento na Paulista – Mirante 9 de Julho Café

Sempre relatei aqui a dificuldade em se encontrar bons cafés na região da Avenida Paulista.
Depois de anos de existência deste blog, uma alternativa apareceu, atrás do MASP (Estação Trianon-Masp da linha verde do metrô).
Trata-se do Mirante Café. Um espaço revitalizado sobre a saída do Túnel 9 de Julho.
O projeto é muito interessante, podendo ser acompanhado pelo site do Mirante: https://mirante.art.br/
Vale muito a pena checar!
O café fica do lado esquerdo de quem entra no espaço, após descer as escadarias, cuja entrada é na rua Carlos Commenale (exatamente atrás do MASP).
A marca que nos serve ali é a “Isso é Café”, cujos cafés são de 1ª qualidade dentre os gourmets. São cafés provenientes da região de Mococa-SP, divisa com Minas Gerais.
O espresso é tirado por baristas do mundo todo que estagiam rotativamente. E sempre é excelente.
Há enorme variedade de opções de apresentações da bebida café, raramente encontrada em São Paulo.
É possível levar diversos tipos de café para fazer em casa.
O ponto baixo fica por conta dos preços um pouco salgados, mesmo considerando a qualidade bem acima da média. Além da impossibilidade de adquirir pacotes maiores de 250 gramas.
No Mirante há outras atrações gastronômicas bem interessantes, independentes da cafeteria.

Enfim, um café viciante na Paulista!

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2016 em Cafeterias

 

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