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Arquivo da categoria: Onde comprar café

Café gourmet por assinatura

Café gourmet por assinatura

Recentemente, conheci um novo serviço,  muito interessante para quem faz questão de ter um bom café sempre ao alcance, mas não quer pensar no assunto cada vez que o café acaba. Trata-se do café por assinatura. Com ele, podemos receber cafés gourmet em casa, como quem recebe o jornal , ou o sinal de tv à cabo. Há no mercado serviços semelhantes para cervejas e vinhos. Com café, é novidade por aqui!

Fui convidado a testar  o serviço, pela Grão Gourmet, uma empresa de e-commerce de café,  cuja proposta é o serviço de assinatura. Cafés gourmet de microlotes (rastreáveis – ou seja, dos quais se pode saber exatamente a origem), de diferentes características, são mensalmente enviados ao assinante.

No meu caso, recebi um kit de presente, outro dos produtos disponíveis. Os kits são ótimas opções para si mesmo, ou para enviar a alguém querido e  apreciador de café.  Quando se sabe o gosto da pessoa, eis um modo bem fácil de presenteá-la, sem sair de casa, gastando poucos minutos.

Escolhi receber um café do meu gosto, ou seja, com acidez pronunciada, doce , e de torra clara (sobre a torra, não há informações na descrição dos cafés, mas perguntei antes). A complexidade do sabor saberia ao prová-lo! O café que recebi foi o microlote Fazenda Apucarana, safra 2013, do Cerrado Mineiro, que, sim, atendeu às minhas melhores expectativas.

O café provado mostrou-se, de fato, de acordo com a descrição (algo não tão frequente quando se compra café sem prová-lo antes). O sabor era muito agradável, bastante único – lembrou muito frutas cítricas doces. E a característica que mais se destacou foi o durável retrogosto. Ou, como alguns conhecem, aftertaste. Por pouco mais de uma hora, pude ficar com a lembrança boa do café bem presente!

O método de preparo que usei foi a filtragem (café de coador) e ainda não provei os outros cafés de microlotes deles, mas fique bastante curioso  para fazê-lo, bem como para prová-lo no espresso.

Outros detalhes positivos: a boa qualidade das embalagens usadas e o cuidado com a apresentação do kit.

Em meu caso, recebi um suporte metálico e um filtro de tecido, ambos para preparo de monodoses. Testando o equipamento verifiquei ser  ele adequado ao preparo de um bom café. A quantidade de café que cabe no filtro é ótima. Com a dosagem da quantidade de água, pode-se chegar ao café de nosso gosto. Lembro apenas que os filtros de tecido devem ser lavados com água bem quente, logo antes do uso, evitando que a bebida pegue o gosto do algodão.

 

 

 

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Café de cápsulas: mercado aberto

Café de cápsulas: mercado aberto

Uma boa novidade para quem aprecia cafés em cápsulas, popularizados pela Nespresso: as 1700 patentes que a empresa registrara para manter o monopólio sobre o método, já não fazem mais efeito.
As patentes foram caindo de país em país na Europa e pode-se dizer que a abertura da concorrência está decretada.
Agora não há mais cápsulas piratas. Quem quiser e puder, poderá vender café em cápsulas compatíveis com as máquinas Nespresso. E diversas marcas já vêm se habilitando a isso.
A meu ver, uma excelente notícia para quem gosta de café. Sobretudo porque os cafés da própria Nespresso não me agradam. Experimentei quase todas as variedades comercializadas por eles, e, apesar de gostar menos de umas do que de outras, senti em todas algo de desagradável – um certo amargor, e uma certa distância do gosto de café recém moído.
Eis que me deparo no supermercado com um cubo de cápsulas do Café Orfeu, um café bastante decente. Não está entre meus preferidos, mas jamais o evitaria numa cafeteria, quando bem tirado na máquina de espresso. O mais interessante é que oferecem um blend suave e um mais forte.
Comprei as cápsulas de blend suave. Comprei-a de presente, mas impus a condição de eu poder prová-lo! Bastante melhor que qualquer blend da Nespresso. Gosto agradável, realmente suave, sem traços de amargor. E o que é mais interessante: a bebida ficou bastante melhor que aquela produzida nas versões espresso que já provei. Recomendo as cápsulas desse blend (suave) da Orfeu, com toda tranquilidade! Bom café e aceito comentários por parte de quem prová-la.

Onde encontrar: Empório Santa Luzia: Alameda Lorena, 1471, Jardins, São Paulo – SP.
Horário de funcionamento: 8:00 às 20:45 horas, de segunda à sábado.
Aproveito para reiterar que vale a pena uma visita ao café desse mercado. Para provar espressos e para comprar café. Maior variedade encontrada em São Paulo.

 

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Clube do Café: blend forte

Recentemente, foi-me apresentada uma nova ideia para os apreciadores de café. Trata-se do Clube Café.

Um sistema de comércio de cafés gourmet on line que privilegia a fidelização do cliente. Por meio do clube, é possível eleger blends que agradam e recebê-los periodicamente em casa, sem ter de fazer novas compras.

O sistema, a meu ver, é do tipo que remete ao conceito de simbiose: ou seja, ganha o vendedor e ganha o consumidor, dado que os produtos apresentam boa qualidade e os preços não passam da média de mercado para cafés gourmet.

Na verdade, ainda não testei o sistema de entregas, o que farei em breve, acrescentando tal atualização a esse mesmo post. Entretanto, recebi amostras para testes, diretamente dos proprietários do negócio: fui sempre bem atendido e chegaram no prazo prometido – ótimos indícios de bom funcionamento.

Demorei a escrever sobre os cafés em questão, o que começo a fazer agora, porque quis prepará-los em espresso diversas vezes, até atingir a bebida perfeita, que pudesse me mostrar as qualidades do produto, sem distorções. Hoje cheguei à moagem perfeita para minha máquina e tirei um espresso de acordo com minhas melhores expectativas.

Comento agora sobre o blend “Forte”, formado pelas variedades acaiá e bourbon amarelo, em torra escura.

Não sou fã de torras escuras, nem mesmo das médias. Mas reconheço que para esse blend, caiu bem. Prefiro as claras, mas entendo que se possa preferir a escura, pois a bebida realmente fica forte e e de acordo com a descrição que está na embalagem: o gosto lembra frutas secas torradas e tem traços de defumados – como se o próprio café tivesse sido levemente defumado mesmo.

Para mim, há um amargor residual no final do sabor. Lembra bem os vinhos uruguaios de uva Tanat, carregados de taninos.

O aftertaste é bem marcante, agradável e prolongado. Dessa característica, gosto bastante.

Em minha avaliação, trata-se de um bom café, que pode muito bem ser o preferido dos apreciadores de suas características. E mesmo para quem prefira os cafés suaves, como eu, vale a pena experimentar. A experiência é agradável!

Ressalto que o café veio já moído, mas refinei-o um levemente, para atingir o ideal para minha máquina, uma Viva Gaggia (não profissional, manual). Comento isso, porque, a qualidade da bebida pode aumentar, caso se compre grão e se faça a moagem na hora do consumo. Recomendo, sempre, a compra de grãos.

 

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Novo café no grupo dos melhores

Tenho satisfação em apresentar aqui um novo café, e dos bons! O Café Raiz, proveniente da Alta Mogiana,  é meu atual preferido: seu frescor cai muito bem no verão. Essa característica está ligada à acidez e ao corpo da bebida. No caso do Raiz, é alta a acidez e médio o corpo. Cafés muito encorpados não me agradam, na verdade, em nenhuma época do ano. Sinto que sua oleosidade atrapalha um pouco a percepção do sabor.

A acidez, pelo contrário, costuma ser extremamente agradável ao nosso paladar. Os alimentos ácidos são os mais saborosos. Por isso, até, a indústria alimentícia abusa dos aditivos ácidos – é uma maneira de seduzir o consumidor. Pense nos refrigerantes, nos molhos e sabores artificias de frutas. São todos ácidos.

O mérito principal do Café Raiz é a torra.Ao contrário do que fazem 90%, ou mais, dos torrefadores, o Raiz tem torra clara. Em geral, prefere-se a escura, por conta do aumento do rendimento. Aumento esse, que se ressalte, é ilusório, pois sacrifica o sabor original do café. Bons grãos acabam caindo na vala comum dos espressos por portarem o famigerado gosto amargo de queimado.

Por mais que se fale que cada café possui sua torra ideal, para mim, quanto mais escura, pior. Pequenas nuances podem ser bem-vindas, mas se a torra sair da “clara”, decai a qualidade da bebida. Eis minha opinião, baseada em experiência e influenciada por gosto pessoal, como não poderia deixar de ser.

Ainda outro dia, comprei um excelente café peruano, orgânico. Mas quando chegou, vi que era de torra escura, o que na hora da compra acabei ignorando. Resultado: o amargor da decepção! Mas ainda posso usá-lo para café filtrado, tornando menos o prejuízo gustativo.

Até hoje, só vi dois cafés oferecerem torra clara de verdade: o Suplicy e o Raiz. Ambos, podem ser comprados via site. Há um links de ambos na página inicial desse blog, no canto inferior direito.

Passo a falar, agora, da cafeteria “Café Raiz”, que tornou muito melhor a experiência da prova desse café. Trata-se de um dos pouquíssimos exemplos de cafeterias em São Paulo. Será agora somada ao Café Jasmim, ao Paraná Café, ao Otávio Café, ao Trevíolo e ao Suplicy. No entanto, o Raiz é dos únicos que reúne: espaço agradável e muito bem planejado, bom serviço, e café excelente. Destaque maior para o horário de funcionamento, que inclui domingos, das oito à meia-noite. Trata-se de uma disponibilidade inédita entre as cafeterias de São Paulo. Tomara que o exemplo seja seguido pelas outras!

Nota final: faça atenção especial aftertaste do café Raiz! Não o desperdice com bebidas geladas após tomá-lo!

Endereço: Rua Cardoso de Almeida, 969, Perdizes, São Paulo.

http://www.caferaiz.com.br (o site não faz jus a qualidade do café nem da cafeteria, mas contém informações úteis e venda de café).

 

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Café: a bebida e o ambiente

“Tomar um bom café” – uma experiência muito prazerosa, que agrada a muita gente. O aroma e o sabor da bebida constituem uma das mais universais memórias. Mas outras sensações relacionadas à bebida costumam povoar o imaginário coletivo. Essas lembranças passam pelas experiência socializantes proporcionadas pelo café, as conversas, os lugares, as pessoas. Por isso, atribuo muita importância às cafeterias, além dos cafés, propriamente ditos. Ambos os termos, frequentemente, se confundem, aliás. “Vamos a um café?” Entende-se facilmente que o convite é para uma cafeteria.

 

São Paulo, a terra do café, por excelência, ainda é pobre em grandes cafeterias. Encontram-se facilmente muitos pequenos cafés de bairro. A maior parte, amadores. Agradáveis pontos de parada para boas conversas, comer um pão de queijo, ou um doce. Mas poucos servem cafés bem tirados, de boa qualidade.

Em férias, me lembrei de uma das poucas cafeterias de São Paulo. Dessas grandes, onde o café é bem tirado e há muitas mesas para nos sentarmos para ler, conversar e tomar outras bebidas especiais – o Café Santo Grão. Havia estado lá há uns 3 anos, quando não gostei muito da passagem. Mas nem me lembrava bem o porquê. Quis tentar novamente, agora com outros conhecimentos, outros parâmetros de comparação. Não gostei muito, outra vez.

 O mais curioso, é que o lugar parece ter todos os requisitos para a perfeição em café. É muito bonito, tem uma carta com boa variedade de tipos de cafés (Sul de Minas, Mogiana, Cerrado – este não está na carta, mas há, todas as variedades brasileiras principais de arábica, em suma).

 Garçons e garçonetes ágeis e bem vestidos, cuja beleza parece ter sido critério de contratação, atendem por todo o salão, freneticamente.

 A casa é muito movimentada, mesmo em pleno meio de tarde de meio de semana.

 Sentei-me no fundo, perto de uma enorme e linda aparelhagem de torra. O balcão, se divide com diversos moinhos de café. Ambiente interessante e um gesto gentil: o dono, ou gerente, me entregou as cartas (comidas e bebidas). Em seguida, fui um pouco abandonado, e como percebi que, de costas para porta, seria difícil ser atendido, fui para um balcão perto do salão externo. Uma garçonete me entregou outra carta. Assim que fiz meu pedido, constituído de apenas um café, senti um claro desinteresse por parte dela. Pedi um café “Cerrado”, mas quis mudar quando vi que não constava da carta essa variedade. Fui até perto do caixa, onde se encontrava a garçonete. Ela rasgou o papel com o pedido anterior, num gesto brusco.

 O café estava muito bem tirado. O sabor era agradável. A qualidade da bebida era indiscutivelmente boa. Mas havia algo de estranho me desagradando. Era o ambiente elitista. Nada contra, nem a favor, mas a mim não agrada. Às mesas, mulheres excessivamente maquiadas, vestidas de grifes. Homens de aparência cara e reluzentes relógios tipo Rolex. Mercedes e BMW ´s parando na entrada a todo tempo. Eu estava num tipico estabelecimento da Oscar Freire, a Beverly Hills brasileira.

 Passou a fazer algum sentido o desinteresse instantâneo da garçonete, quando pedi apenas um café (por sinal, o expresso mais caro que já tomei, ainda que eu considere justo o preço).

 Dispenso esse tipo de ambientes, por gosto pessoal. Tomar um bom café, para mim, demanda mais tranquilidade, menos jogo de aparências.Esperei pela hora em que Chiquinho Scarpa fosse desembarcar naquela entrada. Um pouco difícil não se sentir incomodado com tamanha pompa. É o que chamaria de um arranjo tipicamente “over”. Passa dos limites. Aprecio mais simplicidade e hospitalidade.

 Não recomendo, nem “desrecomendo” o Santo Grão! Para quem quiser provar uma boa bebida, vale a pena visitar. E que cada um fique atento às próprias impressões. O Santo Grão é também um bom lugar para se comprar cafés. Podem-se comprar ali diversas variedades de arábica. Os preços são altos, mas não chegam a ser absurdos. Bom café!

 Santo Grão: rua Oscar Freire, 413 – Jardins – São Paulo

 

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Bolsa do café de Santos – o sabor do passado

Para tomar um bom café em clima histórico, uma ótima idéia é visitar a Bolsa do Café de Santos. O museu, apesar de simples, fica numa centenária edificação, onde se negociavam as safras de café vindas do interior paulista.
O ambiente é bem-preservado, diferentemente da maior parte do patrimônio histórico do centro de Santos. Detalhes como o piso e teto adornados merecem um olhar contemplativo. O ponto alto é o saguão onde eram fechados os negócios da bolsa. O mobiliário da época, disposto em círculo, evoca as vozes dos vendedores e compradores que davam destino ao produto do suor de milhares de trabalhadores braçais.
Após o mergulho no passado, nada como se sentar em uma das mesas do “Café Museu”. Cuidadosamente mantida, a cafeteria tem belas mesas de madeira e um balcão para quem é fã de tomar café de maneira mais informal.
O atendimento é bastante bom e o cardápio de cafés e derivados é repleto de boas opções. Há 4 variedades de grãos para serem provados. Recomendo veementemente o “Sul de Minas”. Foi uma das raras vezes em que pude saborear um café verdadeiramente suave (o que geralmente é confundido com café aguado).
É possível também comprar café para preparar em casa. Moído ou em grãos.
Ao deixar a Bolsa, sugiro um passeio de bonde, que nos leva aos pontos históricos relaciondados à exportação de café, dos quais ressalto a estação ferroviária da Santos Jundiaí Raiway. A arquitetura vitoriana e a simbologia remetem intencionamelmente ao poderio britânico, exercido por longos anos sobre o Brasil.
Eis um ícone da conformação de nosso território e suas estruturas a interesses alheios aos nossos. Tudo foi construído para tornar eficiente o comércio do café, etapa do ciclo em que as elites e os estrangeiros realizavam seus altíssimos lucros, gerados sobre os lombos de animais e trabalhadores escravos ou servos.
Uma visita ao circuito cafeeiro de Santos revela-nos um paradoxo: a força que moveu nosso desenvolvimento por tantos anos, foi também aquela que nos moldou a necessidades estranhas ao nosso país. O sabor do café que ali se prova é inigualável, mas carrega consigo o gosto de um passado a ser superado.

Cafeteria do Museu:

Rua XV de Novembro, 95/01 – Centro, Santos-SP

 
 

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Degustação de café do feriado começa hoje!

O Empório Santa Luiza inicia hoje, em sua cafeteria (localizada no mezanino da loja), uma série de degustações de cafés gourmet.
Para participar, basta ir até lá, das 10:00 às 19:00 hs e desfrutar de um ambiente muito bem caracterizado.

A degustação não é paga. Dois tipo de cafés são oferecidos a cada dia.
De quebra, é possível conhecer as dezenas de marcas de cafés oferecidas pelo empório.

Boa parte dos cafés que serão oferecidos são meus “conhecidos”. Fica aqui uma breve análise de cada um deles, para ajudar na escolha do dia da visita!

Hoje, dia 21/06, serão servidos:

D’Orvilliers: bem encorpado. Excessivamente amargo, parece queimado. Seria uma bebida mais dura, como dizem os provadores profissionais. Está longe de ser um de meus preferidos.
Santa Lúcia: bastante equilibrado, corpo médio, suave mas não muito. Minha lembrança não é tão clara, pois faz tempo que o provei.

Quarta, dia 22/06:

Baggio: provei somente o aromatizado, não posso falar dele.

Terroir Bragança: conheço-o bem. É também equilibrado, corpo médio e sabor achocolatado e levemente seco (adstringente). O aftertaste é agradável. Não é dos mais suaves.

Sexta, dia 23/06:

Bravo: não provei o espresso, mas o moído para coador agradou. A torra parece ser média. O sabor é adocicado. É o máximo que posso falar dele.

Dona Mathilde: excelente. Provei-o no Empório Santa Maria. Bastante equilibrado, corpo leve, acidez média. É do meu gosto, pois prefiro os mais suaves.

Octávio: muito bom também. Corpo médio, acidez pronunciada. Sabor marcante, levemente seco (vide post sobre visita ao Octávio Café – há uma tag com esse nome, aqui no blog)

Sábado, dia 24/06:

Illy: nunca provei.

Santo Grão: provei há muito tempo, mas me lembro de ser bem seco e adstringente, de corpo médio. Melhor provar novamente para falar dele!

Sugestão: acompanhe os cafés com um croissant de amêndoas do Santa Luzia! É sensacional!

Link da matéria da Folha sobre a degustação: http://www1.folha.uol.com.br/comida/932722-evento-sobre-cafes-especiais-abre-o-inverno-paulistano.shtml

Bons cafés!!!

 

 

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